Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adiará, mais uma vez, a reforma ministerial. O objetivo de Lula é condicionar as nomeações a compromissos de apoio por parte dos aliados e impedir que a briga pela renovação das cúpulas do Congresso - marcada para o dia 1º - atrapalhe a aprovação de medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). ''O presidente nos comunicou que só vai começar a fazer consultas para as mudanças no ministério depois do dia 1º de fevereiro'', disse o ministro Tarso Genro.

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