LUIZ GERALDO MAZZA
Não é pontual
O episódio da fraude nos postos de gasolina rendeu novidades ontem; o alvará de funcionamento da Power Bombas foi cassado pelo município e a fiscalização se estenderá a todas as empresas que prestavam esse tipo de assistência. Mas continua inaceitável que instituições como o Ipem e o Imetro não tenha know how para detectar as anomalias. Portanto a força tarefa vai além dos 42 clientes do Cleber Salazar aquele que entregou o chuncho. Há informe de que ele era empregado da empresa que abastecia a frota do governo estadual.
Cães
Um ato muito comum nas praias é as pessoas abandonarem seus cães. Em Barra Velha, SC, criaram até um local para protegê-los mantido pela comunidade.
Fogo
Estamos na temporada de incêndios: três casas destruídas no Cajuru ontem.
Tragédia
Até agora pouco auxílio chegou às comunidades atingidas no ano passado pelos deslizamentos no litoral e há apreensão hoje com a reprise da calamidade.
Harpia
A ave que aparece nos símbolos do Paraná é a harpia, gavião real. Em Itaipu conseguiram fazer a reprodução em cativeiro, o que não se obteve em Curitiba.
Presente na Amazônia e na floresta atlântica, é prejudicada onde há a presença da agricultura química e que reduz a calcificação dos ovos, tornando-os vulneráveis às garras da mãe no ninho.
Folclore
De bicho tem a do chimpanzé do Passeio Público que fugiu da jaula e foi ao Bar do Pasquale. Ficou ao lado de um cidadão circunspecto que lia o editorial do Estadão com uma caipirinha de vodka na cadeira ao lado. O primata punha o dedo no copo e ia sorvendo a bebida fresca. Nesse momento a Isaura, esposa do Pasquale, viu lá do balcão a cena e desmaiou.
Trilhos
Em andamento uma operação: a Ferroeste, que ganhou locomotivas, providência de Beto Richa, se associa a Ocepar e mais grupos privados para explorar a área com apoio de setores do governo federal. Quebrar o isolamento da linha Cascavel-Guarapuava é imperioso, modernidade aparatosa e até aqui inútil, apesar de ser uma obra de engenharia de primeira linha.
Ferryboat
Bronca na praia agora é a lerdeza do ferryboat, o que pode fazer ressurgir a ideia infame de construir a ponte sobre a baía de Guaratuba. Aliás ir a qualquer ponto do litoral é um drama, nenhum com as dimensões daqueles que vão ao Pontal do Sul e não conseguem chegar tranquilos à BR 277. Ou os que saem de Guaratuba, via terrestre, tudo o que ganham na vinda (BR 376) perdem na volta pela estrada catarino-paranaense. Para completar atrações praeiras: o número de pontos proibidos para banho subiu para 23.





