LUIZ GERALDO MAZZA
1.710 juízes investigados
Até 14 de novembro havia 693 magistrados sob investigação. Em menos de um mês depois eram 1.710 e tudo por obra e graça dos tribunais e não do CNJ que apenas criou, com suas inspeções, o clima indutório. Isso põe em cheque as declarações da cúpula que tenta esvaziar o CNJ.
Turismo
Linhas de ônibus de turismo na Capital operando a todo vapor. A uma hora na Praça Tiradentes havia fila para dois veículos. Nem a presença de turistas anima o prefeito a neutralizar os miasmas de bueiros e bocas-de-lobo.
Tamanho do Estado
Para se ter uma ideia do tamanho do Estado basta saber que Beto Richa já nomeou 62.992 servidores. E é em nome da recomposição de quadros.
Desapropriação
Atos de desapropriação de loteamentos, próximos à represa do Iraí, em Pinhais, atemorizam proprietários. Quando a Sanepar entra nessas dá rolo.
Baixa queda
Porto Amazonas terá em breve a segunda audiência pública para construção de usina de baixa queda. A Copel prefere operar nas licitações de porte como estratégia empresarial, embora haja interesse nas PCHs.
Folclore
O vereador João Toscan, do PTB, em Manoel Ribas, não se conformava com a vitória de Ney Braga em 1960 e vivia a falar mal dele. Um dia no gabinete do prefeito soltava a catilinária contra o eleitor bem embaixo de um retro enorme do criticado. Bateu com força na parede e o quadro se despreende e o atinge na cabeça. Na farmácia, o farmacêutico brincou: ''Ney na cabeça de novo!''
Testado
O deputado federal Edmar Arruda, PSC, apresentou um projeto que ajusta a celebração de feriados e a segunda segunda-feira, depois da data, há o ponto facultativo. Matéria está para ser apreciada na CCJ e na da Educação. Ele diz testar a medida em sua própria empresa.
Para depois
Mudanças completas no Afonso Pena ficam para 2017, segundo a Infraero.
O vento
No Paraná a experiência com energia eólica é meramente decorativa nos campos de Palmas. A Copel incluiu essa matriz energética como relevante e a procura no nordeste.
Silêncio
Grevistas que lutam pelas 30 horas do setor de saúde municipal voltaram à carga ontem, mas mudaram a tática: sombrinhas brancas e silêncio. Prefeito insiste em recebê-los só em fevereiro. Eles retornaram à Prefeitura de Curitiba e pelo jeito apostam em repressão porque a Justiça os despejou do local.





