Solução salomônica

Beto Richa vai ser pressionado pela direção nacional do PSDB a lançar candidato próprio, no caso Fruet. Como não desiste do seu aliado Luciano Ducci ficaria com os dois, mas o sistema teria preferência pelo pessebista, o que implicaria numa ''cristianização'' de Gustavo que não é favorecido por nenhuma das soluções até aqui propostas. A do PMDB também é de risco, embora Requião, o eleitor maior, não a apoie, conforme tem declarado, apesar da pressão de correligionários. Rosinha e Veneri exigem candidatura própria do PT.

Pouco avião

O governo pretende operar com aviões de carreira mas de forma restrita. Já está no disparo a ideia da compra de uma aeronave, pois pega mal o uso de aviões cedidos, como ocorre hoje, ainda mais de clientes públicos.

Eco-ônibus

Além do híbrido (elétrico e a diesel) da Volvo que teremos produção em escala o prefeito paulista Kassab está pretendendo, para combater a poluição (e isso justificaria custos), ter a frota da cidade a etanol. Em Curitiba houve o teste que se revelou caro obviamente, mas tanto a Volvo quanto a Scânia deram continuidade ao aproveitamento e hoje Estocolmo tem toda frota a etanol. Como se vê o polo automobilístico investe pesado em pesquisa e inovação.

Rolo

Como o novo senador Sergio Souza aparece no processo dos gafanhotos mais uma vez o andamento da ação breca por exigir apreciação de outra instância: antes a causa foi o enquadramento dos deputados federais Takayama e Barbosa Neto.

Nepotismo

Até a nominação de ruas da Capital tem sentido nepotista: em vários bairros nomes de familiares de vereadores são eternizados nas placas como o do clã dos Bertoldi. Como se já não bastasse o fato de eles conseguirem melhorias em prioridade para os seus respectivos bairros.
O problema é um só: não somos uma República e sim um simulacro dela em todos os níveis de governo, daí o nepotismo, o privilégio e os chunchos.

Precatórios

O dispêndio com precatórios era de R$ 20 milhões ao mês no período de Requião e passou a R$ 50 milhões no ciclo do seu substituto, Pessuti, segundo o relato do secretário da Fazenda, Luis Carlos Hauly, ontem na Assembleia. Isso aí mais créditos em ICMS geraram um gasto de R$ 614 milhões, uma das causas da situação financeira delicada.

Folclore

Rossoni alvejou demais os lençóis dos fantasmas do legislativo e tentaram alvejá-lo: ao menos ficou branco de susto. O autor dos disparos certamente não vai aparecer.

Refinanciamento

Refinanciamento de débitos fiscais outra vez na prefeitura da Capital é uma clara indicação de crise naquilo que até então era um modelo de gestão. Há dois anos tivemos outro, o que indica atropelo.

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