Uma razão moral
O grupo que gerou a especulação em cima do bate-chapa no Legistativo declara que o faz, entre outras coisas, pela posição crítica de Valdir Rossoni (PSDB) em relação à previdência dos parlamentares. Parece até contrainformação urdida para dar uma razão moral para que a sociedade fique a favor do deputado, já que a maioria reprova essa concessão como também o abuso de mordomias. Rossoni jamais dirá que é a favor da devassa do Gaeco no Legislativo, pois ele também aparece lá com a história do piloto que tocava o seu avião com verba oficial.

Castigo

Se político acreditasse em Deus e no castigo pelos pecados, sairia de campo até porque não crê no que diz.

Repeteco

Várias reprises requiônicas: a moratória, o nepotismo e agora essa história de ''botar a polícia na rua'' que pode significar o fim do Gaeco, tentativa malsucedida do governo anterior.

Bravata
Imprecisão de informe, como o da ''limpa'' de 7 mil presos em delegacias, não se confunde com as bravatas do antecessor, mas lembra ligeiramente. Todavia a ''recriação'' dos módulos policiais revela falta de criatividade, ainda que envolva a atuação interativa da Guarda Municipal. Melhor que o ''Totem'' inútil do Lerner. Tudo isso imobiliza a polícia como os presos em delegacias.

Impunidade

Falta de varas criminais, segundo o procurador de Justiça, Rodolfo Chemin Guimarães, está levando muitos processos à prescrição e à impunidade.

Folclore

O ''exilado'' de Guaratuba, Rubinho Ferreira, afirma que os amigos de Beto Richa são os que mais se queixam de que não são atendidos. Morador de praia fica forte em época de temporada porque muita gente o ouve, ainda mais quando não muda de assunto, a política, mesmo quando pesca, joga tranca ou sinuca.

Reação

Planos de saúde não encontram, desde ontem, atendimento no Hospital Nossa Senhora das Graças. Algumas especialidades, como a pediatria, estão tirando o corpo fora por causa da remuneração ridícula dos médicos. Negar atendimento pode gerar a intervenção do Ministério Público. Omissão de socorro é crime.

Vacas magras
Primeiro ano de governo é tempo de vacas magras (orçamento comprometido, caixa meio estourado, moratória) e essa realidade torna as propostas de campanha eleitoral próximas de uma utopia. Daí também as dificuldades políticas e administrativas que já afloram. Moratória também na promessa.

Armamento

Solução sobre o direito às armas por parte de guardas penitenciários tem que ser alvo de profunda reflexão e entendimento entre as secretarias de Justiça e de Segurança. Dona Tereza Uille Gomes tem ampla razão.

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