LUIZ GERALDO MAZZA
Mais alfinetada
Orlando Pessuti, na BandNews, afirmou que está disposto a reconciliar-se com Requião se houver disposição do ex-governador. ''Afinal eu o apoiei por 27 anos e ele não aguentou retribuir em menos de 27 dias.'' Agora só falta Requião afirmar que a vaia que sofreu anteontem em Foz do Iguaçu foi articulada por Pessuti e Paulo Bernardo.
E os patrões?
Só tem selvageria pelo jeito no sindicato obreiro na questão dos ônibus, pois o dos patrões, que é quem tudo domina e acerta com a prefeitura, fica sempre acima de qualquer suspeita. Embora o obreiro tenha elegido um vereador, o patronal decidiu mais do que isso, até eleições de prefeitos e Câmara com dirigentes de sua estrita confiança.
Vaia de novo
Na hora da catarse, Requião leva a vaia. Foi assim diante de Hugo Chaves no Teatro Guaíra e agora em Foz perto do êmulo do venezuelano, o Lula. Melhorou: não mandou ninguém por a faixa e a vaia no rabo! Eleição educa, pasteuriza.
Pedágio
Promete-se que o pedágio pode ser despolitizado. É evidente, no entanto, que fazer política sem um certo pedágio é impossível. Despedagiá-la, jamais.
Folclore
Nova estrutura orgânica da Polícia Militar vai exigir um esquadrão de elite do tipo Bope. Se não der, faz um Bob Hope.
Conselho
Aí o técnico da seleção alemã foi advertido: pituca não é pipoca!
Simulação
O feriadão vai permitir melhor avaliação das pousadas e hotéis populares de estâncias da Região Metropolitana e a reafirmar as péssimas condições dos balneários que se mostram vulneráveis nas cargas máximas de visitantes.
Juramento
O banqueiro deputado ao jurar a Constituição: ''juros''.
Trombada
Na campanha de Osmar Dias há trombadas entre o Maurício Requião e Hudson Calefe. Maurício se acha o mais habilitado para atuar na Grande Curitiba por ter sido secretário de Educação e candidato a prefeito, derrotado é claro, embora vitorioso sobre o outro irmão, o Eduardo, com votação de vereador.





