Dois enrolados
 Co­mo den­sa man­cha de ­óleo, a ma­triz das de­nún­cias de des­vio de ver­bas e fan­tas­mi­ces se es­pa­lha e apa­ren­ta con­ta­mi­nar a to­dos. Sou­be-se ago­ra que o go­ver­na­dor no­meou a tal fun­cio­ná­ria de se­te ­anos quan­do pre­si­dia o Le­gis­la­ti­vo. Ou­tro can­di­da­to, Be­to Ri­cha, es­tá na­que­la pas­sa­gem do Eze­quias que dre­na­va pa­ra sua con­ta a gra­na da so­gra fan­tas­ma e era do seu ga­bi­ne­te. Pes­su­ti cer­ta­men­te vai apa­re­cer ­mais ve­zes que Be­to Ri­cha, mas is­so dá, des­de lo­go, a cer­te­za de al­gu­ma ex­plo­ra­ção.

Não funciona
  Nem as câ­me­ras e mui­to me­nos os ra­da­res da pre­fei­tu­ra fun­cio­nam quan­do se tra­ta de es­cla­re­cer um cri­me. O do ex-de­pu­ta­do Ri­bas Car­li Fi­lho não pin­tou nos ra­da­res e es­se re­cen­te da pra­ça Car­los Go­mes tam­bém não foi re­gis­tra­do.

Repique
  O ‘‘pren­de-­solta’’ do Bi­bi­nho con­ti­nuou e on­tem já es­ta­va guar­da­do de no­vo. Pa­ra a imen­si­dão de de­li­tos, su­ge­ri­da pe­la sé­rie de re­por­ta­gens so­bre diá­rios se­cre­tos do Le­gis­la­ti­vo es­ta­dual, pe­gar só o ca­so dos R$ 13 mi­lhões re­ve­la-se im­por­tan­te, mas in­su­fi­cien­te, e su­ge­re que o Gae­co vai ter pa­pel re­do­bra­do.

Vacinas
  En­cer­ra­men­to da va­ci­na pa­ra ido­sos e jo­vens de 20/29 ­anos con­tra a gri­pe H1N1 re­ve­la a fal­ta do pro­du­to nos la­bo­ra­tó­rios par­ti­cu­la­res com pre­ços en­tre R$ 80 e R$ 120. Com a que­da da li­mi­nar que obri­ga­va a va­ci­na­ção de to­dos, o mer­ca­do fi­cou aba­la­do.

Acessibilidade
  Cu­ri­ti­ba vai mal de aces­si­bi­li­da­de: a jor­na­lis­ta Gra­ça Go­mes, ca­dei­ran­te, te­ve ex­tre­mas di­fi­cul­da­des pa­ra sa­ber co­mo a Fa­cin­ter re­sol­ve­ria seu ca­so de mo­bi­li­da­de pa­ra as­sis­tir a for­ma­tu­ra do fi­lho. In­crí­vel é que to­do o mun­do ho­je se diz com­pro­me­ti­do com o cha­vão da ‘‘res­pon­sa­bi­li­da­de ­social’’.

Racha
  O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Es­ta­dual in­ves­ti­ga se hou­ve ou não um ‘‘­racha’’ en­tre o ex-de­pu­ta­do Ri­bas Car­li e ou­tra pes­soa no dia da tra­gé­dia. Des­de o even­to há es­se ti­po de es­pe­cu­la­ção, ago­ra con­fir­ma­do co­mo pro­vá­vel.

Folclore
  Re­quião es­tá nas ime­dia­ções de sua ca­sa no Bi­gor­ri­lho quan­do um gaia­to, que pas­sa de au­to­mó­vel, cha­ma-o de ‘‘­maluco’’. O ex-go­ver­na­dor xin­ga o pro­vo­ca­dor des­co­nhe­ci­do de ‘‘­deputado’’ co­mo se fos­se a ­pior das ofen­sas e is­so se deu mui­to an­tes do men­sa­lão e das de­nún­cias dos chun­chos le­gis­la­ti­vos. Pro­fé­ti­co.

Plano B
  Se o plano b de Osmar Dias é disputar vaga no Senado, o de Requião é brigar por uma cadeira de deputado federal. Mais uma no mercado das especulações. Um precisa mais de imunidade do que o outro.

Licitação
  Há esforço para que a licitação das funerárias em Curitiba não repita o havido com o transporte coletivo. Objetivo é afastar aquela imagem de disputa selvagem e sem o mínimo referencial ético.

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