LUIZ GERALDO MAZZA
Pobreza de quadros
Autoridades encarregadas de fazer a defesa do prefeito de Curitiba mostraram a pobreza de quadros que enfrentamos. Igual a dos interessados na denúncia e com baixa qualificação nos convocados para agir nas sombras. O comitê aluga o aparelho para a dissidência do PRTB e sugere que não houve nenhum trato. Ainda bem que o Ministério Público Federal entra de sola na questão. As versões em foco tentam manipular o público, daí a importância da intervenção.
Irã aqui
Descobriu-se no Irã que houve mais votos do que eleitores. Como, aliás, volta e meia se dá no Brasil. Lula é a voz destoante e está mais xiita que o Conselho da Revolução Islâmica que reconheceu a tramoia.
Estresse
Ouvir Requião e especialmente Alvaro Dias é um desafio. Ambos traduzem o estresse, a fadiga do material, que dá em aço quanto mais em gente. E convergem agora no caso das gravações na mesma dobradinha do ''Ferreirinha'' que Alvaro e Osmar tocaram e Requião se mostrava paralisado pelo temor.
Emrich
Um dos maiores oradores religiosos do Brasil, já falecido, Oswaldo Soeiro Emrich, nominará o edifício que abrigará a Unidade de Alta Complexidade do Hospital Evangélico de Curitiba. Inauguração amanhã às 11 hs nos 66 anos da Sociedade Evangélica Beneficente da Capital.
MP em ação
O Ministério Público Federal, por dever de ofício, acompanha toda a trama das gravações. Também o estadual, da 1 Zona Eleitoral, está em cima do lance.
Folclore
Na eleição passada para o governo, Osmar Dias deve ter perdido muitos votos na demora em tomar a decisão de ser candidato. Agora saiu cedo demais.
Encenação
Como se fez anteriormente a Copel não repassará agora os 12,98% de reajuste aprovado ontem pela Aneel. Virá depois, talvez em parcelas, tal qual o ocorrido quando Requião vetou aumento da Aneel, lá da Califórnia, no primeiro governo, e agora com a promessa de que os gêneros alimentícios baixariam.
Pessuti
Orlando Pessuti é uma garantia para Requião como candidato à sucessão de que não fará um papel como o de Hosken de Novaes (estadista e que não beneficiou Saul Raiz) ou o de Mário Pereira que ao assumir passou a combatê-lo, inclusive nas prévias nacionais do PMDB, apoiando Quércia e neutralizando o governador, candidato de si mesmo à presidência.





