Perda de posição
Uma das trocas de reflexão entre Osmar Dias e Beto Richa foi em torno de matéria programática, que exigiria a união paranaense: trata-se da perda de posição relativa do estado no contexto nacional. Osmar mostrou que São Paulo teve 11% de crescimento, Minas Gerais 9% e nós apenas 5,6%. Isso se agrava com os desdobramentos da crise mundial que já nos afeta.

Ambiguidade
Quando começa a vida e a ressurreição, a religião e a ciência conflitam. Água benta não elimina coliformes e, no entanto, você se benze e se sente bem.

Academia
O novo presidente da Academia Paranaense de Letras é José Carlos Veiga Lopes, historiador campeiro e ficcionista.

Nova capital
O advogado Irineu Brzezinski voltou à carga: defende, com o ardor costumeiro, a sediação da nova capital do Paraná em Campo Mourão. Lembro que um ex-deputado estadual Paulo Poli também se engajara nessa. Outros defendem Manoel Ribas e até Pitanga, esta sonhando com a exploração do gás, por se localizarem mais ao centro e em região socialmente crítica.

Marolula
A marolinha do Lula está nos atingindo e agora no setor de concessionárias de veículos com a venda das respectivas carteiras por duas grandes operadoras. É óbvio que a comercialização é o setor de maior empregabilidade do que o secundário, industrial e da malha produtiva, com peças e acessórios.

PT tenso
Anteontem foi o Tadeu Veneri com o voto solitário contra a eleição da Mesa Diretora da Assembléia e ontem, na entrada da ''escolinha'', a briga de dois petistas, um lulista, revoltado com as críticas do Requião e outro engajado com o governador paranaense. Todos se merecem, bajuladores e bajulados.

Folclore
O governador, publicamente, não se aproxima do senador Osmar Dias, mas no particular o apóia nas iniciativas visando a derrubada da multa. Isso faz lembrar de uma queixa de Magalhães Pinto em relação a Carlos Lacerda: ''gostaria que você me elogiasse publicamente como me critica e que fizesse as censuras na discrição do ambiente privado quando me agrada entusiasticamente''.

Absorção
Já nos desparanizamos bastante com fusões multinacionais. Agora estão de olho num dos nossos maiores complexos educacionais. Haverá como reagir?

Sanepar
Se o governo defende a Sanepar/Copel que ao menos pague a conta da água e da luz, já que os outros, quando não o fazem, sofrem o corte.

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