Harmonia inútil
Um clima de harmonia entre prefeitura municipal e governo estadual com seus vices e secretários tratando da sediação da Copa de 2014. Único mérito é o da sincronia republicana, já que brigar por esse objetivo, que vai custar os olhos da cara para beneficiar um clube (Atlético ou Coxa), é uma inutilidade.
Ademais, em meio à crise mundial, recomendar-se-ia um controle hormonal, não apenas aí como na idiotice malandra das olimpíadas no Rio. O Pan deu idéia da cupidez incontrolável dessa gente. Como é que cabe esse COB?
Lado positivo é o Pessuti mostrando estilo diferenciado do Requião. Só.

Tesoura
O vereador mais votado, Roberto Aciolli, além da história do crime, é citado como ex-lutador de catch. Pois o bravo Sílvio Sebastiani também era craque no ringue e especialista em tesoura voadora.

Vergonha
Anteontem o biarticulado que vinha de Santa Cândida, às 8h10, ao centro não respeitou a sinalização na passagem de nível do trem, furou o sinal e quase acabou trombado. Um usuário, revoltado, ficou mais ainda ao tentar comunicar-se com o telefone 156, por mais de quatro horas, sem êxito. 100% de razão e revolta contra os 77% eleitorais.

Drible
Mais um drible da Urbs na população: dentro de uma semana vence o prazo de 6 meses do aditivo concedido à Consilux para manter radares de trânsito e tudo tende à prorrogação, pois a data prometida para a licitação já venceu e nada se providenciou. Isso é endêmico: há anos prometem e não cumprem.

Folclore
Eleição polarizada em cidade de 233 mil habitantes gera problemas. Beti Pavin, deputada estadual, em Colombo, quase não conseguiu entrar na seção eleitoral no Colégio Genésio Moreschi ao sofrer ameaças de adversários. Mas ela foi imprudente ao xingar um popular. Ficou sob escolta e um corredor polonês queria hostilizá-la. Um vexame no Guaraituba.

Cronograma
Pega mal pra polícia, Ministério Público e Judiciário a demora no processo contra o vereador mais votado, Roberto Aciolli, de 9 anos e só agora alvo de denúncia formal. São eles que cuidam de prazos. Ou pelo menos deveriam.

Papo furado
Derrotado (Requião ou Lula) tem o mesmo argumento: a eleição não foi politizada. Isso está na cabeça deles, derrotados, não do povo. Que tem toda a razão de horrorizar-se com os padrões políticos tidos como ideológicos.

Irritação
O público já começa a dar sinais de impaciência com a greve bancária. Grevista se acha sempre o soberano da razão, a maioria que se lixe.

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