Mais desgaste
A Assembléia Legislativa entrou com pedido junto ao Tribunal de Justiça para revigorar a medida concessiva do desembargador Paulo Hapner pró-Maurício Requião. Desgastes atingem todos os poderes de Estado, mormente o Judiciário, que já se expôs demais nesse caso, incluindo atrito entre juízes.

Ressonância
O prefeito Cory Brooker, de Newark, nas páginas amarelas da ''Veja'' afirma que se baseou nas ações de Jaime Lerner (conheceu-o em palestra na Universidade de Virginia e veio até Curitiba para ver as suas intervenções) que teriam reduzido a pobreza (sic). Antes foi um arquiteto dos Esteites de origem israelense, Allan Jacobs, que colocou Curitiba entre as três melhores cidades do mundo e agora um negro ianque dirigente de uma cidade violenta e cheia de brasileiros.
Cada vez que sai uma dessas alguém quase se afoga na própria baba e isso não acontece porque ainda sabe nadar ou até porque flutua.

O cosmopolita
O paranaense mais cosmopolita é Lerner. Em 1988 viajou com Allan Jacobs, mestre da Universidade de Berkeley, para a China, a fim de projetar a nova Shangai. Anos passados participou, em Chicago, de uma amostra dos maiores arquitetos do mundo anexa a uma exposição de Leonardo Da Vinci.

Metropolitanismo
Há imprecisão de conceitos sobre metropolitanismo, como se observou no conclave da área em Curitiba: uma coisa é visível, o IPPUC tem mais massa crítica do que a Comec. E é incabível que no segundo pólo urbano, Londrina, o Plano Diretor permita intervenções picaretas de vereadores e empresários e que deram margem às ações de limpeza do MP e do Judiciário.

Folclore
E agora, Chávez e Morales? Saiu o livro ''Simon Bolivar'' com aquele texto de tirar a roupa do suposto herói, apontado por Karl Marx como covarde e sobretudo oportunista. A tradução em português já está nas livrarias. É sinal para a revisão do bolivarianismo, a bandeira retrô e bufa.

Scarpa
José Domingos Scarpellini, o homem que decidiu a primeira eleição de Requião, aquela do ''Ferreirinha'', entrou com pedido de providências junto ao Tribunal de Contas que é uma devassa no Grupo RPC quanto a investimentos de propaganda na gestão de Lerner. Todos levavam capilé e bastante e sempre foi assim. A devassa, que atinge matéria vencida, pois o TC como sempre avalizou tudo na prestação de contas dos vários governos, seria melhor se extensiva a todos os meios de comunicação. Haveria, no entanto, uma situação curiosa: como votariam Caio Soares e Jaime Lechinski as contas de Lerner. Algo parecido com o caso de Maurício Requião e que a hipocrisia tenta manipular e distorcer.

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