O porto e o parto

Com a liminar obtida na Justiça Federal, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina pode ter carta branca para fazer a dragagem do Canal da Galheta com o fundamento excepcional da emergência até sinalizada na série de restrições que a Marinha vem estabelecendo para a navegação.

Durante todo o tempo, desde que o segundo governo Requião entrou em conflito com a Draga Bandeirantes que fazia o trabalho na área, Paranaguá ficou sob o risco de acidentes e acumulando, além de prejuízo, o processo de assoreamento que diminuiu a largura do Canal de 300 para menos de 100 metros e mais redução de calado.

Não importa se esse era o objetivo visado pela gestão portuária, a dragagem é prioridade e tem que ser feita e dentro de parâmetros técnicos em acerto com a Capitania, não buscando saídas mais baratas e não recomendáveis como a da tal solução ''pontual''.

Taxas baixam

Segundo relato na ''escolinha'' as taxas de juros para empréstimo consignado caíram com a concorrência de cooperativa. Era preciso derrubar as dificuldades que as financeiras exercem para impedir que o cliente troque de banco com a reforma do empréstimo e juros mais baixos. Bloqueios são intoleráveis e surgem do emaranhado burocrático para o distrato.

Lei de meios

Orçamento de 2009 no Paraná: R$ 20,3 bi. Nem sempre o objetivo é alcançado e isso já se deu no governo Requião que teve a originalidade de dois balanços. Um detalhe: a participação do Ministério Público sobe para 3,9%. Como diz o funk ''tapinha não dói''. As ações antinepotismo continuam.

Um horror

Se com as incorporadoras da terra já não se dava muita importância ao padrão arquitetônico de Curitiba imagine-se agora com a predominância de empresas de fora. Os prédios da Capital são uma vergonha para o prestígio do urbanismo e da arquitetura locais. Caixotes escabrosos.

Aditivos

Um aditivo em favor de agências de propaganda que servem a Prefeitura da Capital firmado em 19 de dezembro do ano passado só agora saiu no Diário Oficial de 18 de março deste exercício. E depois falam mal, os tucanos, do comportamento de Requião na área. É o roto rindo do remendado. Sabem de quanto é a conta: R$ 4 milhões e 846 mil.
Empatam nas tapeações: os jornais da cidade e o estadual são iguais também na infringência da legislação eleitoral

Folclore

No governo Cassio Taniguchi quando os pula-catracas e defensores do passe livre faziam agito nas imediações da Prefeitura entravam em ação as brigadas, tão fascistas quanto as do Requião, para reprimir os colegiais. Os coices de mula vinham da periferia. Como se vê Beto Richa discorda na tarifa e também, é claro, na tarefa.

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