20 milhas
O Porto de Paranaguá está processando o jornalista Celso Nascimento, que tentou imaginar os prejuízos decorrentes das más condições do Canal da Galheta assoreado e oferecendo riscos à navegação. A advocacia do terminal, argumentando que essas notícias é que dão prejuízos, pede indenização de R$ 20 milhões, quase um decalque daquela da Petrobras contra Paulo Francis.

Diaristas
Chegamos a um ponto assustador: em matéria de escândalos já não somos mensaleiros, mas diaristas. E às vezes tudo vem acumulado: quando se sabe da área da Sanepar vem o caso de um negócio da Ponta do Félix. Sai a TV laranja, entra a Pavibras e assim por diante.

Sem gume
O forte da vespa é o gume, como o da abelha é o ferrão. Requião, sob o cartão amarelo do Judiciário, fica sem jeito e parece personagem do Actor Studio's do velho e sábio Elia Kazam. A ''escolinha'' não é a mesma sem a fúria. Como lembrou o Rossoni ele está com um jeito de titio simpático.

Dívida
O Paraná continua pagando a dívida de R$ 5 milhões para a Secretaria do Tesouro Nacional. O senador Osmar Dias está convencido de que é preciso negociar um novo modelo para a questão dos precatórios, depois de mais um fracasso agora na operação conjunta com o Procurador Geral do Estado.

Futepolítica
Constrói-se uma ''dobradinha'' Rafael Iatauro-Osni Pacheco, este alugador de carros ao poder público, para a Federação Paranaense de Futebol. Ajuizados estão lembrando ao governador a ''mancada'' que um político bem melhor do que ele, no caso Ney Braga, deu ao inventar a candidatura de Luis Roberto Soares para enfrentar Milani e obviamente perdeu. Única vantagem no momento é a baixa moral do pessoal da FPF para um enfrentamento.

Parenteralismo

O parecer jurídico que beneficiou um dos indenizados pela Sanepar foi de um parente do interessado e muito próximo. O que no padrão ético do nosso governo é perfeitamente normal. As coisas não são entre parênteses mas entre parentes, o que não deixa de ser transparente.

Folclore
A fantasia criada em torno da Secretaria Antidrogas - a rigor puro marketing - deixou o PT alvoroçado e que tentou até sabotar a iniciativa. Basta raciocinar um pouco: a curto prazo o que poderá o delegado Franceschini criar que possa convencer a população e influir na eleição quanto à prevenção e um sistema de inteligência para encarar esse flagelo? Ficaria pior para o PT se houvesse um recuo na designação do delegado, ainda mais quando a Gleisi pretende mostrar o quanto Beto Richa deve ao governo Lula.

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