Suspeitas pré-eleitorais


Além da acusação de que o acerto com o Santander pode render Caixa 2, há outra iniciativa, a de colocar televisores de plasma nos ônibus projetando institucionais, que podem favorecer Beto Richa. TRE deve estudar o assunto previamente e fazer as advertências necessárias. Prevenir é melhor.



Agressão


Um juiz assistiu a cena em que a ex-esposa do desembargador Clayton Camargo teve uma crise nervosa, o que não teria se dado por agressão. Paga Clayton pela fama de brigão. Versão de testemunha presente.



Ironia


Se a sociedade paranaense tivesse a cobertura que a Segurança está dando aos invasores da Syngenta estaríamos muito bem nesse item vulnerabilíssimo.



Ação urgente


O Ministério Público estadual, como instituição, tem várias correntes, algumas bem próximas do governo como as de origem em familiares de Aníbal Khury e Antonio Ruppel. Os mais determinados querem ações em cima de todos os desvios, como já se dá nos casos da Sanepar (Pavibras e aditivos), Ceasa, abusos com Ongs e Oscips e os da saúde, mormente Ponta Grossa.

Já os acomodados temem as represálias do governador, intimidativas.



Olho no Santander


As duas mediadoras do Santander em negócios com a Prefeitura de Curitiba estão sob observação não apenas de vereadores diante da suspeita levantada por Requião de que formarão o Caixa 2 da campanha de Beto Richa. Dirigentes sindicais também acompanham apurações para ver se houve perdas para os servidores na transferência das contas e no caso do empréstimo consignado. Em caso positivo haverá denúncia pública.



O 'social'


O setor mais vulnerável do governo estadual é o social, apesar da badalada adesão à Carta de Puebla. Já tivemos na primeira gestão o Favetti que tentou ser deputado na secretaria de Segurança. Ney Braga, chefe de Polícia, se habilitou à prefeitura da Capital. Na área de saúde o que quase chegou ao governo foi Arnaldo Busato com votações superiores para a Câmara Federal. Na educação um bom sindicalista da APP está mais habilitado do que o secretário. Normalmente o social, apesar das aparências, é mais ônus do que bônus.



Folclore


Na eleição municipal de 1985 Paulo Pimentel (Ivo Arzua era seu vice) teve uma votação de vereador por causa da polarização entre Requião e Lerner. Queria se mostrar diferenciado e macho, razão pela qual dava socos no peito e assim acabou quebrando pelo menos dois microfones de lapela. E no comitê do Lerner (era situado numa propriedade da família Greca) havia uma banheira em que colocavam dinheiro. Era a banheira da Clarita, irmã de Lerner, aplicada no controle do entra e sai da grana.



Busão


Amanhã e depois teremos no Estação Convention Center o II Fórum Transporte Curitiba. Discutirá melhorias operacionais e de custos no sistema.

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