O passivo cresce
O acordo acionário da Sanepar com o grupo Dominó está na justiça e para ser julgado. Há o caso Itaú, o das consorciadas do pedágio, possivelmente agora o da Copel em função da aventura viária e assim por diante. Passivo sobe, ativo cai, com as ações da jóia da coroa em queda discreta.
Anselmo
Apesar de atacar o pedágio há muitos que o consideram o Cabo Anselmo da luta.
Rasera
Délcio Rasera está em função no Primeiro Distrito. O MP tocou mais duas ações contra ele em razão do depoimento prestado na justiça e na CPI dos Grampos.
Rapidez
O abafa com a demissão do diretor técnico do porto, que fez denúncias graves, foi de uma celeridade não observada nos casos da Sanepar, da Ceasa, Obras, etc. Lembra, em parte, o havido com o procurador Luis Henrique Bona Turra, no qual a passividade dos colegas se deveu a seu transbordamento personalista.
Contra o relógio
Por falar em porto, um dos seus tumultos vai prejudicar a dragagem: na hora da licitação a empresa proprietária da draga ''Lely Stad'', que ficou meses aguardando a licença ambiental e a autorização da Marinha, tem uma ação na justiça para receber por seus enormes dispêndios (trazer equipamento desses, quase um navio, é caríssimo) e a longa espera e pode entrar com uma cautelar bloqueando, em momento crítico, a concorrência. A Marinha já avisou: se não houver a dragagem até janeiro, o porto é interditado, questão de segurança.
Folclore
Não estamos perdendo para os catarinas apenas nos índices sociais e na questão dos portos e inclusive na atração de empresas daqui. Ontem, na sessão da ''escolinha'', Requião reconheceu que o porta-voz das transportadoras daquele estado vizinho é mais credenciado do que ele para tratar de pedágio em termos nacionais. E tanto que recomendou à TV Educativa que mandasse cópias daquele pronunciamento a Lula e ao ministro dos Transportes. Só falta agora caírem Atlético e Paraná e o Figueira ficar na primeira com o Criciúma.
Porteira
Uma rua no Batel foi fechada ao estacionamento para atender demanda de parente do prefeito Beto Richa. Só falta o privilégio ser mantido em favor de uma tia. Ficaria ''carimbado'' por mais essa concessão após aquela da sogra.
Questões menores e até mesquinhas podem ''minar'' uma campanha eleitoral. O setor técnico do município alega que uma ambulância com doente grave teve dificuldade de circulação e isso teria ditado a restrição.
No domingo, festa de funcionário da prefeitura na área liberou geral. Não é uma atitude republicana, para dizer o mínimo.

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