A Secretaria de Gestão Pública de Londrina realiza este mês três procedimentos licitatórios avaliados, ao todo, em cerca de R$ 6,65 milhões. O valor mais alto se refere à contratação de uma empresa para prestação de serviços gerais de limpeza, higienização, conservação e serviços de copa, com preço inicial de R$ 6.588.507. Nos três casos, foi escolhida a modalidade do pregão eletrônico.
Os outros dois editais tratam da compra de barcos e equipamentos para o Corpo de Bombeiros da cidade, como um motor de popa de 15 hp avaliado em cerca de R$ 6 mil e próprio para navegação em águas de pouca profundidade. Já o barco de alumínio especificado está orçado próximo a R$ 3,5 mil, enquanto um reboque para barco completa com o valor máximo de R$ 2.980,00 o restante do edital, que estipula para o próximo dia 8, às 13h40, a entrega final da proposta.
O terceiro edital da Gestão Pública, com valor máximo em R$ 30 mil, prevê a contratação dos serviços de ''publicação dos atos oficiais do Município'' em jornal diário de circulação local e estadual, pelo período de 12 meses e de segunda a sexta-feira. A abertura da proposta se encerra no próximo dia 7, às 13h40.
Mais caro do grupo, o edital dos serviços de limpeza cuja abertura da proposta ficou para o próximo dia 17, a partir das 8h45 também tem validade de 12 meses. Do dia 9 a 15 deste mês, os interessados farão visitas técnicas aos locais contemplados pelos serviços, tanto na administração municipal direta quanto na indireta.
O secretário municipal de Gestão Pública, Jacks Dias, admite que o valor do edital para a limpeza é maior que o de anos anteriores. Por outro lado, Dias alega que o incremento se deveu ao fato de, agora, a empresa que vencer a concorrência ter não mais apenas que executar a função, como também de oferecer mão-de-obra pelo edital, paga pela Prefeitura e materiais e instrumentos necessários para a execução. O processo só não vale para companhias (Codel, CMTU e Cohab) e para a Sercomtel, que realizam suas próprias licitações.
''É preciso agora um valor mais alto porque precisamos ampliar os serviços de limpeza aos cemitérios e capelas mortuárias a administração sozinha não cuida disso com apenas duas ou três varrições semanais'', argumentou o secretário.
Pelo preço máximo estipulado pela licitação, o serviço terá um custo mensal médio próximo a R$ 550 mil. O valor é mais que o dobro dos R$ 204.733 que a adiministração municipal paga mensalmente à empresa Ecosystem, de Curitiba, pela varrição das principais ruas e avenidas de Londrina, quadrilátero central e bairros mais próximos ao Centro. O valor compreende ainda a varrição e a lavagem do Calçadão da Avenida Paraná.
O contrato de três anos com os curitibanos se encerrou no último dia 1º de janeiro. Segundo a assessoria de imprensa da CMTU, o documento foi renovado em caráter emergencial por mais dois anos, com vigência até janeiro de 2008.

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