Ao requerer à Justiça a quebra de sigilo e a indisponibilidade de bens do deputado federal José Janene, de seus familiares, assessores e empresas ligadas a ele, o Ministério Público levou em conta depoimentos como o do proprietário da Tâmara-Principal, José Luiz Sander, que declarou à promotoria ter pago caixinha mensal de R$ 21 mil ao deputado, durante dois anos. Outro depoimento foi do doleiro paulista Léo Carlos Petry, que teria trocado R$ 330 mil para uma terceira pessoa a mando de Janene. No total, o juiz determinou a indisponibilidade de bens e a quebra de sigilo de 23 pessoas e 7 empresas.
A seguir a relação de todos que tiveram os sigilos e bens colocados em indisponibilidade: José Mohamed Janene, Stael Fernanda Rodrigues Lima, Danielle Kemmer Janene, Michelle Kemmer Janene, Maria Aparecida Rodrigues, Rosa Alice Valente, Meheidin Hussein Jenani, Ari Alfreu Almeida Renovato, o ‘‘Ari Navalhada’’, Dalva de Jesus Rebeck, Humberto Rodrigues de Lima, Genoveva Rodrigues de Lima, Érika Roma Rodrigues de Lima, Helen Rodrigues de Lima, Antonio Alcântara Filho, Carlos Alberto Murari, Edivor Bueno Fogagnollo, Vicente Hikaru Otsuka, Júlio César de Oliveira Almerón, Júlio César de Oliveira Souza, Fábio Aparecido, Teixeira Pinto, Vânia Maria Jolo, José Luiz Sander, Henrique César Galli, Mercoluz Construções Elétricas Ltda, Tâmara Serviços Técnicos, Gomes & Amâncio Ltda, Cap Construção e Terraplenagem Ltda, Transpereira Comércio Transportes e Representações Ltda, L.C Máquinas e Equipamentos Ltda, Disbran Comercial de Materiais Didáticos Ltda. (L.R.)

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