Brasília Desde ontem o governo federal está proibido de repassar recursos para estados e municípios. Os estados também não podem mais fazer transferências voluntárias para os municípios. A suspensão se deve à legislação eleitoral e só não estão incluídos os repasses contratados até o dia 2, com cronograma prefixado, e os de situação de emergência ou calamidade pública.
A lei eleitoral não impede que as prefeituras continuem fazendo pleitos. Os pedidos de recursos para novos projetos podem ser apresentados, mas, se aprovados, passarão a receber só depois das eleições municipais de novembro.
Os agentes públicos também estão proibidos de contratar, nomear, transferir, remover ou exonerar qualquer servidor. A exceção é para a contratação de aprovados em concurso público já homologado ou a nomeação e dispensa de cargos em comissão ou de confiança.
Também desde ontem os candidatos a prefeito e vice-prefeito ficam impedidos de participar de solenidades de inauguração de obras públicas. As medidas são para impedir o uso da máquina administrativa em favor de um ou outro candidato. O candidato que desobedecer a uma dessas regras poderá ter o registro cancelado.

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