O eletrecista de Goioerê Valdir Antonio Felismino, um dos ‘laranjas’ utilizado no esquema de lavagem para responder como proprietário da Asempre Consultoria e Assessoria Empresarial, disse no seu depoimento na sexta-feira que soube do seu ‘envolvimento’ através de um radialista da cidade. O eletrecista afirmou ainda que nunca teve conta no Banco do Brasil e que sequer conhece Curitiba.
Sobre a autenticação de documentos, feita no Tabelionato Moleiro, localizado próximo a Goioerê, o ‘laranja’ também disse não ter conhecimento dos fatos. Bem como não assinou qualquer procuração dando poderes aos proprietários da Transoceânica e da Transcorp.

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