O presidente do STF, Marco Aurélio, comprou uma briga. A lanchonete do órgão, em Brasília, uma concessão da Associação dos Servidores (Astrife), terá de reduzir de 250 para 200 o número de refeições vendidas, conforme laudo da blitz feita pela Secretaria de Saúde do DF. O alvará de licença obtido pela Astrife é para o funcionamento de lanchonetes e casas de chás, que pela lei, não podem ultrapassar o limite diário de 200 refeições. Para atender mais clientes, o restaurante terá de ser equipado com cozinha industrial. A Astrife não gostou da determinação.

mockup