O ministro da Justiça, José Gregori, negou pedido da defesa do general da reserva paraguaio Lino Oviedo para que ele fosse considerado um refugiado. Antes de Gregori, o Comitê Nacional para Refugiados já havia recusado a solicitação. Oviedo ficou preso durante um ano num quartel da PM em Brasília, acusado pelo governo do Paraguai de envolvimento no assassinato do ex-vice-presidente Luís Argaña. Se o pedido fosse aceito, Oviedo poderia viver livremente no Brasil. Em julho, ele obteve no STF o direito de permanecer em prisão domiciliar na casa de um primo. Agora, deverá enfrentar a extradição.

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