O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Humberto Manes, negou ontem o pedido da advogada Jorgina de Freitas Fernandes, 50, para sair da prisão durante o final de semana. Jorgina foi condenada a 14 anos de prisão sob a acusação de fraudar a Previdência Social. De acordo com o processo do Órgão Especial, que a condenou em 1992, a advogada fraudou cerca de US$ 114 milhões, que teriam sido investidos em contas no exterior e no Brasil, empresas e imóveis. Na terça-feira, o Supremo Tribunal Federal concedeu à advogada o direito de cumprir o restante da pena em regime semi-aberto.

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