O juiz Sérgio Rolanski, da 2ª Vara Criminal de Curitiba, revogou ontem as prisões do policial civil Mauro Canuto e do advogado Antônio Pellizzetti. Os dois são acusados de envolvimento no atentado à sede da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), ocorrido em 29 de dezembro do ano passado. Canuto e Pellizzetti estavam foragidos desde a decretação da prisão, no dia 9 de fevereiro. Com a revogação, eles vão depor no próximo dia 29.
Também estão citados no processo, e presos, o segundo-tenente da Polícia Militar Alberto Silva Santos, o sargento Ademir Leite Cavalcante, o discotecário Emerson Vieira (‘‘Pitt’’), o taxista Alexsandro Ribeiro (‘‘Magrão’’) e o policial civil Edson Clementino da Silva (‘‘Lambe-Lambe’’). O segurança Marco Aurélio Pinho é outro citado.
A nova sede da Promotoria de Investigações Criminais será numa casa de aproximadamente 900 metros quadrados, na Rua Eça de Queiroz, 818, no bairro Ahú. O imóvel pertence ao governo, hoje está ocupado pelo Núcleo de Educação Norte e a mudança começa em abril. Desde o incêndio que destruiu as antigas instalações, a PIC estava provisoriamente abrigada em um prédio do Ministério Público.

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