JOTA
O século já começa bem. Temos um vilão de primeira Eurico Miranda, campeão na modalidade até com roubo de taça e a vida pode continuar. O vilão, esta instituição humana por excelência e brasileira por especialização, é peça fundamental no funcionamento da sociedade.
Eurico Miranda cumpre seu papel com eficácia. Em alguns momentos peca por excesso, mas o profissionalismo é exemplar. Até nos esgares e no barrigão cultivado com apuro. Fica muito bem no papel, na foto, na TV. Substituiu no momento o Juiz Lalau que, rapidamente, tornou-se um vilão do século passado . Há de durar também pouco tempo, já que a troca constante de vilões é uma necessidade vital para o bom andamento da nossa vida política, econômica e social.
Neste troca-troca contínuo, temos cultivados bons vilões ouso até dizer que o Brasil é um dos maiores produtores nesta era globalizada, apesar da imensa competitividade demonstrada pelo Peru que está até exportando presidente corrupto para o exterior.
Vamos lembrar alguns tipos do passado e do presente daqui e do exterior , alguns ainda na ativa e prontos para prestar serviços na arte da vilania quando a pátria precisar.





