A CPI da Dívida Pública da Câmara Municipal de São Paulo recebeu ontem a quebra de sigilo telefônico internacional do ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf, cujas ligações foram feitas a partir da operadora de telefonia Intelig. A empresa começou a operar apenas em janeiro de 2000. A Embratel, empresa que operava no mercado em todo o período relativo à quebra de sigilo, de janeiro de 1993 até agosto passado, deve chegar à CPI nos próximos dias. Antes de ser analisada pelos vereadores, a relação da Intelig será enviada ao juiz corregedor Maurício Lemos Porto Alves, que determinou a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-prefeito. A CPI quer encontrar indícios de depósitos do ex-prefeito no exterior, especialmente na Ilha de Jersey.

mockup