Um dos líderes do Movimento pela Moralização na Administração Pública de Londrina, o advogado Newton Moratto, está com a prisão administrativa decretada. O juiz da 2ª Vara Cível de Londrina, Luis Sérgio Sweich, manteve ontem o mandado de prisão contra Moratto, acusado de ser depositário infiel. O juiz negou o recurso que pedia a suspensão da prisão até o cálculo da dívida e o advogado está sendo procurado por oficiais de Justiça.
A ação de cobrança impetrada pela Itaú Seguros S/A, em 1996, foi apreciada pelo juiz da 1ª Vara Cível do Foro Central da Capital, em São Paulo, Francisco Bianco Neto, no dia 5 de junho. Moratto é acusado pelo não-pagamento de parcelas do financiamento de um Gol, ano 1992. O débito seria de 42,78% do valor do veículo, cerca de R$ 8,6 mil não atualizados. Segundo os autos do processo, o carro não estaria mais com o advogado.
No despacho, Bianco pede que assim que for detido, Moratto seja recolhido na Casa de Detenção, em São Paulo. A Folha tentou entrar em contato com Moratto, mas ele não retornou as ligações. O seu advogado, Marçal Romeiro Bchara, também não foi localizado. (C.O.)

mockup