O Instituto Lula informa: "Desde que foi criado, em 2011, o Instituto Lula funciona em um sobrado adquirido em 1991 pelo antigo Instituto de Pesquisas do Trabalhador. No mesmo endereço funcionou, por mais de 15 anos, o Instituto Cidadania. Originalmente, era uma imóvel residencial, semelhante a tantos outros no bairro Ipiranga, zona sul de São Paulo. O texto a partir de vazamentos ilegais de agentes do estado repete uma ilação que já foi desmentida em outras ocasiões. Mais uma vez, querem impingir ao ex-presidente Lula uma acusação sem materialidade, um suposto favorecimento que nunca existiu, inventando uma sede que o Instituto Lula nunca teve, com o claro objetivo de difamar sua imagem.
Ao longo desses 20 anos, o endereço e o compromisso do Instituto Lula com a democracia e a inclusão social permanecem os mesmos "

Em nota, o advogado Roberto Teixeira avalia "não ter fim a tentativa da Lava Jato de criminalizar a advocacia que não se dobra aos seus excessos". Diante disso, Teixeira protocolou hoje novo pedido de providências dirigido ao Conselho Federal da OAB, aditando requerimento do dia 07/07/2016. "Ele afirma ter atuado na única e exclusiva condição de advogado constituído por cliente diverso do ex-Presidente (também seu cliente, dentre outros) e foi remunerado dentro dos padrões éticos para a atividade profissional desenvolvida - após lograr superar intrincados problemas jurídicos que pesavam há anos sobre tal bem imóvel", informa nota do escritório.

Já a advogada Daniella Meggiolaro, que defende José Carlos Bumlai, afastou qualquer ação ilícita do pecuarista. "A participação do sr. Jose Carlos Bumlai foi muito simples: ele foi um dos idealizadores do Instituto Lula, que seguiria os mesmos moldes do Instituto FHC. Mas ele nunca contribuiu financeiramente para o projeto - tampouco para a compra de qualquer imóvel - e, até mesmo por isso, acabou sendo naturalmente afastado de tudo."

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