O ex-empresário Lindberg Cury (PFL-DF), que assumirá a vaga deixada pelo ex-senador José Roberto Arruda, afirmou ontem que pretende manter as propostas de seu antecessor, ‘‘menos mexer no painel de votação do Senado’’.
Ele considera uma ironia o fato de ficar com a vaga de Arruda, que foi um dos maiores defensores da cassação de Luiz Estevão. A antipatia por Estevão decorre de problemas societários. Em 1984, o ex-senador ficou sócio de Cury no consórcio Planalto, de automóveis, que acabou falindo.
O novo senador jamais exerceu um cargo eletivo, apesar de ter se candidatado algumas vezes. O único cargo público assumido foi o de secretário da Indústria e Comércio do Distrito Federal. Ultimamente, trabalhava com Arruda.
Já no caso de renúncia de Antonio Carlos Magalhães, a ocupação da vaga ficará em família. O suplente de ACM é seu próprio filho, Antonio Carlos Magalhães Filho (PFL-BA).

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