Rony Alves (PTB) e Lorival Germano (PT) mostraram-se favoráveis à iniciativa da ONG Transparência Londrina de auditar, juntamente com o Ministério Público Eleitoral (MPE) e entidades, as prestações que serão entregues. O movimento avalia que alguns valores estariam distantes da realidade. ‘‘Sou a favor, pois nem sempre uma campanha com gasto exorbitante é sinônimo de sucesso’’, defendeu Alves. ‘‘Sou a favor, pois auxilia a filtrar quem não está bem-intencionado na divulgação desses números’’, disse Germano.
  O primeiro suplente eleito do PSDB (com 2.476 votos), o médico Márcio Almeida, entregou ontem ao MPE e à ONG a prestação de contas em que declara gastos ‘‘modestos’’ de R$ 22.640 – a maior parte gasta com produção de propaganda impressa e publicidade em jornais e oriunda de recursos próprios (R$ 15 mil). Por que a entrega às entidades? ‘‘Porque muito do que se vê aí é deboche, valores ridículos que entristecem a gente’’, disse o tucano, frisando que o partido estabeleceu teto de gastos de R$ 80 mil aos candidatos à Câmara. (J.G.)

mockup