Por onde andam?
O protesto em frente à Prefeitura de Londrina na tarde de ontem afastou a possibilidade de participação de mais vereadores na solenidade onde o prefeito Marcelo Belinati (PP) anunciou a chegada em uma empresa multinacional de TI em Londrina. Nenhum dos 14 parlamentares favoráveis à PGV (Planta Genérica de Valores) apareceu. Apenas os vereadores Filipe Barros (PRB) e Felipe Prochet (PSD) estiveram presentes no evento. Curiosamente, são os dois vereadores, respectivamente presidente da Comissão de Justiça e Finanças da Câmara, que foram os maiores opositores do "novo IPTU" na Câmara.

Bandinha de volta
E tal qual o ex-prefeito Antonio Belinati que usualmente recebia autoridades na Prefeitura de Londrina, o atual prefeito Marcelo Belinati (PP) ressuscitou a banda municipal durante anúncio da vinda à cidade de uma filial da multinacional
Delivery Center da TCS – Tata Consultancy Services. Só que desta vez a "furiosa"
foi mais contida: executou os hinos de Londrina, do Brasil e da Índia, sede da TCS. No passado, a música "Amigo", de Roberto Carlos, era preferida do tio de Marcelo para receber seus convidados. Bem ao estilo do folclórico Odorico Paraguaçu, prefeito da fictícia Sucupira, que levava a banda municipal até em inauguração de cemitério.

Indeciso, eu?
O pré-candidato ao governo, Osmar Dias (PDT) usou as redes sociais para negar que estaria indeciso a concorrer no pleito de outubro. "A verdade que no meio do lamaçal em que se tornou a política brasileira, o meu problema é ser honesto", escreveu. O desabafo é em torno da especulação se ele fica ou não no PDT. O ex-senador alegou que não deve abrir mão de apoiar o irmão Alvaro Dias (Podemos), pré-candidato à Presidência. "Estou no PDT há 17 anos. Mudar de partido não é como mudar de camisa (…) estou decidido em permanecer e, por isso, buscando uma solução para questão que não foi criada por mim."

Gafe homérica de Gleisi
Presidente nacional do PT, a senadora paranaense Gleisi Hoffmann na ânsia de defender o ex-presidente Lula deu mancada história no Twitter, no último sábado (13). A petista tuitou que a torcida do Bayern de Munique havia homenageado o ex-presidente com uma faixa no jogo contra o Bayer Leverkusen, pela Liga Alemã. E ela logo tascou: "Show de torcida!! Um apaixonado por futebol como @LulapeloBrasil merece mesmo o carinho e a homenagem de torcedores no mundo todo. Recebi esta imagem, que mostra uma faixa 'FORZA LULA' na torcida do Bayern de Munique".

'Forza Luca'
Na verdade, a faixa dizia "Forza Luca", um torcedor italiano que se feriu e chegou a entrar em coma após uma confusão entre torcidas de times italianos Vicenza e o Sambenedettese, em novembro. Desde então, faixas desejando força a Luca Farnesi, de 44 anos, se espalharam por estádios mundo afora.

Tropeço virtual
A mensagem acabou apagada do perfil de Gleisi, mas o tropeço virtual rendeu ataques à petista, que foi acusada de "pagar mico" e ser "desesperada" em sua tentativa de defender o ex-presidente "a qualquer custo", segundo internautas.
"Recebi de um torcedor! Fiz de boa fé! Sacanagem é esse tabloide virtual de quinta categoria ficar sacaneando", reagiu Gleisi.

Marina Silva de luto
O pai da ex-senadora e virtual candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede Sustentabilidade), Pedro Augusto da Silva, faleceu aos 90 anos, na noite do domingo (14), no Hospital do Idoso, em Rio Branco, no Acre. Marina está na cidade, onde acompanhava o estado de saúde do pai. Ele era diabético, fazia hemodiálise e tinha problema cardíaco. Na semana passada, Marina Silva cancelou toda a agenda de compromissos e embarcou na quarta-feira (10) para o Acre.

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