INFORME FOLHA
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 01 de dezembro de 2017
Equipe da Folha com agências<br>[email protected] 
Gleisi na China
A senadora Gleisi Hoffmann (PT) foi convidada pelo PCCh (Partido Comunista Chinês) para debater os destinos da humanidade em encontro em Pequim, na China. A presidente do PT e outros líderes participam da agenda "Diálogo de Alto Nível entre o PCCh e Partidos Políticos do Mundo". De acordo com a assessoria de imprensa da senadora, a viagem oficial foi aprovada pelo Senado Federal e todas as despesas ficam a cargo do Partido Comunista chinês, como os gastos com passagens aéreas internacionais, alimentação, hospedagem e transporte durante a estadia na China.
Devolução de recursos
A Prefeitura de Paranacity (Noroeste) e sua ex-prefeita Ednéa Buchi Batista (gestão 2013-2016) deverão restituir, de forma solidária, R$ 186.880,89 ao cofre do Estado. Esse valor é a atualização monetária dos R$ 126.035,97 repassados em 2012 pela Secretaria de Estado da Educação (Seed). O objetivo do convênio era o custeio do transporte de alunos da rede estadual no município. A determinação para a devolução integral dos recursos repassados foi tomada devido à ausência de extratos bancários da conta específica do convênio, o que impediu o TC (Tribunal de Contas) do Paraná de verificar a correta aplicação do dinheiro na finalidade do convênio. A ex-prefeita foi multada em R$ 1.511,90 e seu nome será incluído no cadastro de responsáveis com contas irregulares do TC. O prazo para recorrer vence no dia 11 deste mês.
Trincheira em Rolândia
O diretor de Infraestrutura Ferroviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Charles Magno Nogueira Beniz, de Brasília, estará em Rolândia nesta sexta-feira (1º), para assinar a ordem de serviço para o início das obras da trincheira que vai modernizar e melhorar o fluxo de veículos nos cruzamentos das avenidas Castro Alves, Presidente Vargas e Ayrton Rodrigues Alves. O evento será às 10 horas no gabinete do prefeito Luiz Francisconi Neto (PSDB). As articulações para a viabilização da obra são do deputado federal Alex Canziani (PTB), que conta com o apoio da bancada paranaense no Congresso Nacional. O custo total do projeto é de R$ 7.056.219,94.
Saída de ministros tucanos
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, reafirmou ontem que o governo já considera o PSDB fora da base aliada e disse que a saída dos ministros tucanos que ainda estão no governo deve ser acertada em conversas do presidente Michel Temer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deve assumir o comando do PSDB no próximo dia 9. "Se houve anúncio por todos os líderes que eles iriam sair (da base) me parece que (saída dos ministros) é uma questão apenas de Temer e Alckmin definirem a forma com que vai ser feita essa transição", afirmou Padilha.
Rosinha Garotinho livre
A ex-governadora do Rio Rosinha Garotinho (PR) deixou a cadeia na madrugada dessa quinta-feira (30). O Tribunal Regional Eleitoral do Rio decidiu em sessão plenária na quarta-feira (29) manter a prisão preventiva do ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) e determinou o monitoramento eletrônico de Rosinha. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que Rosinha deixou a cadeia com tornozeleira eletrônica. Na saíde, além de uma sacola Rosinha foi vista carregando um ventilador. O casal havia sido preso preventivamente em 22 de novembro por decisão do Juízo da 98ª Zona Eleitoral, de Campos dos Goytacazes. Garotinho é acusado de receber uma doação simulada ilegal de R$ 3 milhões para sua campanha eleitoral em 2014. No caso de Rosinha, há evidências concretas de condutas ofensivas às investigações perpetradas por outros membros da organização.
Mais um solto
O juiz federal Paulo Espírito Santo, do Tribunal Regional Federal do Rio, concedeu nessa quinta-feira (30) habeas corpus para o ex-secretário da Casa Civil do Rio Régis Fichtner, preso há uma semana na Operação C'est fini. A liminar determina que ele se apresente a cada 60 dias à Justiça e o proíbe de sair do país. A decisão não foi tomada pelo relator da Lava Jato no TRF, o juiz federal Abel Gomes. Ele se declarou impedido por manter relações de amizade com familiares do suspeito. Fichtner foi preso sob suspeita de receber dinheiro do esquema de Cabral. A contabilidade paralela de Luiz Carlos Bezerra, apontado como o responsável por recolher e distribuir o dinheiro da organização criminosa, indica que R$ 1,6 milhão foram repassados a Fichtner -sob o apelido de "Alemão" e "Gaúcho". Ele nega as acusações.
Deputados seguem presos
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou ontem habeas corpus ao presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani, afastado do cargo, e ao deputado estadual Paulo Melo, ambos do PMDB e presos pela Lava Jato. Ao negar os pedidos de soltura, Toffoli entendeu que não houve flagrante ilegalidade ou abuso de poder na prisão dos peemedebistas. Ele destacou ainda que o mérito da questão deve ser analisado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) antes de chegar ao Supremo.


