Caso Boca Aberta
A Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal de Londrina emitiu nota nessa sexta-feira informando que o prazo para apresentação de defesa prévia pelo vereador Emerson Petriv, o Boca Aberta (PR) relativa à denúncia que está sendo investigada por Comissão Processante (CP) instalada no início deste mês encerrou-se na última quinta-feira (27). A não apresentação da defesa por parte do vereador e os futuros procedimentos da CP deverão ser discutidos em reunião a ser agendada pelos vereadores que compõem a Comissão – Felipe Prochet (PSD), presidente; Professor Rony (PTB) , (relator) e Eduardo Tominaga (DEM), membro.

Vagas em creches
O projeto de lei que propõe regulamentar o cadastro e a disponibilidade de vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), nos Centros de Educação Infantil (CEIs) e nas pré-escolas, por meio do Programa de Primeiro Atendimento Educacional, será discutido em audiência pública na Câmara Municipal de Londrina na próxima quarta-feira (dia 2), às 19 horas. De autoria do vereador Ailton Nantes (PP), o projeto de lei 24/2017 prevê atendimento prioritário às crianças provenientes de famílias em situações de vulnerabilidade socioeconômica, violência familiar e dependência química.

'Laranja' de Youssef
O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, no exercício da presidência, manteve a condenação de Waldomiro de Oliveira, apontado pelas investigações da Operação Lava Jato como "laranja" do doleiro Alberto Youssef em empresas de fachada. Martins negou pedido de liminar em habeas corpus impetrado pela defesa de Waldomiro. Em primeira instância, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, não condenou o réu pelo crime de lavagem de dinheiro por causa da existência de outra ação penal em curso sobre o mesmo crime. Entretanto, em junho, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) afastou o reconhecimento da litispendência (existência simultânea de duas ou mais demandas, provocando litígio em uma relação jurídica) e o condenou à pena de sete anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto. As informações foram divulgadas no site do STJ.

BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terá participação "módica" na operação de crédito de até R$ 3,5 bilhões ao estado do Rio, mas, numa etapa posterior, deverá participar da privatização da Cedae, a estatal fluminense de saneamento. Segundo o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, a participação acionária do banco nessa etapa posterior, "minoritária a relevante", poderá chegar a 49% e incluir a uma "Golden share". No futuro, a intenção do BNDES é desestatizar a empresa, disse Rabello.

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