Política para mulheres
A Prefeitura de Londrina, por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, realiza nesta sexta-feira (2) e sábado (3) a IX Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres. Sob o tema "Cidadania, autonomia e empoderamento para as mulheres", o evento ocorrerá no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Valéria Veronesi (Rua Benjamin Constant, 800). Qualquer pessoa poderá participar como observador, mediante inscrição que será feita no início das atividades.

Cidadão honorário
O médico gastroenterologista e cirurgião do aparelho digestivo José Koji Uratani será homenageado nesta sexta-feira (2) na Câmara de Londrina com o Título de Cidadão Honorário. A iniciativa é do vereador Professor Rony (PTB), foi subscrita por mais 11 vereadores e sancionada pelo então prefeito Alexandre Kireeff, por meio da lei 12.472/2016. Uratani foi um dos pioneiros do curso de Medicina da UEL (Universidade Estadual de Londrina), na qual ingressou em 1968, um ano após a fundação da Faculdade de Medicina do Norte do Paraná.

Vargas tem pena reduzida
A 8ª Turma do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre (RS), confirmou na última quarta-feira (31/05) a condenação criminal do ex-deputado federal André Luiz Vargas, do irmão dele Leon Denis Vargas Ilário e do publicitário Ricardo Hoffmann, condenados pela 13ª Vara Federal de Curitiba nos autos da Operação Lava Jato. Eles foram condenados por corrupção e lavagem de dinheiro. Vargas, que havia sido condenado em primeira instância a 14 anos e 4 meses de reclusão, teve a pena reduzida em seis meses, ficando com 13 anos, 10 meses e 24 dias. Leon Vargas Ilário também teve a pena reduzida em seis meses e passou de 11 anos e 4 meses para 10 anos e 10 meses. Hoffmann teve a pena aumentada de 12 anos e 10 meses para 13 anos e 10 meses e 24 dias.

Saída de presos
Projeto de lei apresentado na Câmara dos Deputados pretende restringir a saída temporária dos presidiários nos feriados nacionais. Pela lei, os presos têm direito a várias saídas por ano, totalizando 35 dias fora da prisão. A proposta do deputado Delegado Francischini (SD) prevê que a saída temporária seja vedada no cumprimento de penas de crimes hediondos, crimes executados com violência e grave ameaça, bem como para os crimes de estupro. E que a saída temporária se dê apenas uma vez por ano, com prazo máximo de cinco dias.

Apoio à Lava Jato
Pesquisa do Instituto Ipsos aponta que 95% dos brasileiros apoiam a continuação das investigações da Lava Jato. Além disso, 93% concordam que a Lava Jato deve prosseguir mesmo que o Michel Temer deixe o cargo de presidente. Para 92% dos consultados, operação deve continuar mesmo que traga mais instabilidade política; 90% aprovam a Lava Jato mesmo que gere instabilidade econômica; 86% concordam que a operação vai fortalecer a democracia no Brasil; 66% concordam que a operação está investigando todos os partidos; 56% apontam que a operação forçará novas eleições presidenciais antes de 2018;50% acham que a sociedade brasileira é quem mais ganha com as investigações; 41% concordam a Lava Jato está piorando a situação econômica e de emprego no Brasil, já 47% divergem do pensamento; 36% avaliam que a Lava Jato vai acabar em pizza versus 47% discordando desta visão. Com margem de erro de 3 pontos percentuais, a pesquisa da Ipsos realizou 1,2 mil entrevistas presenciais em 72 municípios brasileiros no mês de maio.

MPT condena JBS
O MPT (Ministério Público do Trabalho) em Rondônia e Acre, em ação civil pública, conseguiu na Justiça do Trabalho a condenação da empresa JBS ao pagamento de R$ 38,6 milhões por ter fechado frigorífico no município de Rolim de Moura, em Rondônia. Devido ao fechamento foram demitidos cerca de 360 trabalhadores sem prévia negociação coletiva com o sindicato dos trabalhadores. A demissão em massa ocorreu em 15 de julho de 2015, e, já no dia seguinte, o MPT protocolou a ação, que também visava à suspensão das dispensas. Cabe recurso Tribunal Regional e ao Tribunal Superior do Trabalho.

Acordo da JBS
A Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo impetrou na última sexta-feira (26) um habeas corpus coletivo no STF (Supremo Tribunal Federal) para suspender os efeitos do acordo de colaboração premiada do grupo JBS com a Procuradoria Geral da República. A liminar endereçada à presidente do Supremo, ministra Cármem Lúcia, pede ainda a "continuidade das ações penais em curso e oferecimento de novas denúncias criminais, bem como eventual prisão processual se verificado o caso" contra os irmãos Joesley Mendonça Batista, Wesley Mendonça Batista, donos da JBS, e os demais diretores do grupo Ricardo Saud, Francisco de Assis e Silva, Florisvaldo Caetano de Oliveira, Valdir Aparecido Boni e Demilton Antonio de Castro.

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