Ato falho
Ao saudar a mesa, durante a solenidade de posse da gestão 2017/2020 do Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas dos Estado do Paraná (Sindejor-PR), na terça-feira (11), o governador Beto Richa (PSDB) trocou o cargo do secretário de Comunicação Social do Paraná, Deonilson Roldo, por chefe da Casal Civil. Depois, admitiu tratar-se da segunda vez que cometia o mesmo ato falho. E ainda arrematou: "Não vá se animando, Deonilson!".

De saída?
Os mistérios da mente podem ter a ver com o pedido de abertura do inquérito policial ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o chefe da Casa Civil do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No pedido, Janot questionou o tempo que Rossoni levou para encaminhar à Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná a solicitação de processar Beto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Prevaricação
A demora consumiu exatos três anos e dez dias, o que na avaliação de Janot, recai no delito de prevaricação (deixar de tomar alguma providência por interesse pessoal). A ação contra o governador é de junho de 2009, quando ele era prefeito de Curitiba. O Ministério Público Federal acusa Beto Richa de ter usado de forma irregular recursos públicos do Fundo Nacional de Saúde.

Multado
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas (TC) do Paraná emitiu parecer prévio pela pela desaprovação das contas da Prefeitura de Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina) na gestão do ex-prefeito José Maria Ferreira (2013-2016). Ferreira recebeu duas multas administrativas devido à falta de pagamento de aportes para cobertura do deficit atuarial e da falta de repasse de contribuições patronais ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao regime próprio de previdência social (RPPS). Cabe recurso.

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