Debate com prefeituráveis
Os oito candidatos à Prefeitura de Londrina tem uma série de encontros e debates agendados para os próximos dias. Nesta quinta-feira, às 8h30, a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) e entidades parceiras reúnem os prefeituráveis, em sua sede, no evento "Sua Excelência, o Eleitor".

Encontro da OAB
Já Comissão de Direito Eleitoral, em parceria com a diretoria da OAB-Londrina, Comitê 9840, Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Londrina e União de Juristas Católicos, promove na próxima segunda-feira (19) "Encontro com o Candidato", com início às 19 horas e término previsto para 22 horas. Os candidatos serão questionados sobre temas relacionados à administração pública que possuem relação com advocacia e demais assuntos de interesse dos participantes.

Com contabilistas
O Sindicato dos Contabilistas de Londrina e Região (Sincolon) e o Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações, Pesquisas e de Serviços Contábeis de Londrina e Região (Sescap) também receberão os candidatos a prefeito no próximo dia 21, 8h30, na sede do Sincolon. No encontro, dirigido aos contabilistas, estarão em pauta os projetos para o desenvolvimento do município e para o equilíbrio das contas públicas.

Fundo Municipal
A Câmara de Vereadores de Londrina aprovou ontem, em segunda discussão, a criação do Fundo Municipal de Saneamento Básico e Desenvolvimento Sustentável. A unidade orçamentária que ficará sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras, receberá um total de R$ 25 milhões, valor repassado pela Sanepar e que equivale a 2% da Receita Operacional Líquida prevista no contrato com o município assinado para a prestação de serviços nos próximos 30 anos. O montante será aplicado na construção e manutenção das galerias pluviais e outras obras ligadas ao saneamento básico.

Folga na AL
O presidente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, Ademar Traiano (PSDB), disse ontem que deve paralisar os trabalhos na Casa na última semana de setembro, por conta das eleições municipais, marcadas para 2 de outubro. Dos 54 deputados estaduais, apenas sete concorrem ao pleito, entretanto, os demais também têm participado da campanha, apoiando correligionários. "Todos estarão no interior. Eu mesmo terei uma área de quase 50 municípios onde atuo (…) É lógico que eles querem estar presentes, ajudando seus amigos e companheiros nesse processo", justificou.

Paranaenses ausentes
Um dia após a votação que culminou na cassação do mandato do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - 450 votos a favor e 10 contrários -, o Portal Bonde do Grupo Folha procurou saber o motivo de três deputados paranaenses Fernando Francischini (SD), Takayama (PSC) e Toninho Wandscheer (Pros) terem se ausentado da sessão. A bancada que representa o Paraná registrou 25 votos a favor da cassação de Cunha. Apenas os deputados Alfredo Kaefer (PSL) e Nelson Meurer (PP) se abstiveram.

Cuidando do filho
A assessoria de imprensa de Francischini informou que "o deputado já estava afastado há dois meses para cuidar do filho que possui autismo. O afastamento foi aprovado em plenário, com a concordância dos parlamentares". Os laudos médicos que comprovam a doença foram apresentados à 3ª Secretaria de Mesa da Câmara. A licença vence no final deste mês, mas pode ser prorrogada por mais 60 dias.

Problemas médicos
Já a chefia de gabinete de Takayama alegou que o deputado não compareceu na votação por problemas de saúde. A alegação é que "o médico não teria liberado o retorno de Curitiba até Brasília por conta de complicação na diabetes. Durante os voos, as complicações podem aumentar". Ainda conforme a assessoria, o parlamentar foi submetido à implantação de três pontes de safena após um infarto no ano passado. A justificativa não foi aprovada até o momento pela Câmara, mas será apresentada assim que Takayama retornar para o Congresso. A reportagem tentou contato com representantes de Toninho Wandscheer, mas não obteve retorno.

Pinheiro admite propina
Em novo depoimento à Justiça nessa terça (13), depois de permanecer em silêncio, o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro admitiu que pagou cerca de R$ 3,8 milhões para abafar as investigações da CPI da Petrobras, em 2014. Os pagamentos, segundo o empreiteiro, foram feitos aos ex-senadores Vital do Rêgo (PMDB), atual ministro do Tribunal de Contas da União e Gim Argello (ex-PTB), preso pela Lava Jato, além do deputado Marco Maia (PT-RS). Eles teriam pedido R$ 5 milhões, mas o empreiteiro só pagou R$ 2,8 milhões.

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