INFORME FOLHA
Grana do IPVA faz falta
A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná afirmou ontem que o governo está com dificuldades até apara fechar a folha salarial de fevereiro do funcionalismo estadual. Segundo a assessoria, antes os recursos do IPVA entravam no início do ano e, com as mudanças propostas pelo próprio governo no final do ano passado, esse dinheiro só estará disponível a partir de abril.
Culpa da noventena
Vale lembrar que, no final do ano passado, o Executivo estadual enviou à Assembleia Legislativa o chamado "pacote de austeridade" - apelidado pela oposição de tarifaço que aumentou vários impostos e tributos. O IPVA, por exemplo, foi reajustado de 2,5% para 3,5% e, como determina a legislação, só poderia ser colocado em prática após a chamada "noventena". Assim, o tão aguardo dinheiro do imposto dos veículos só pode começar a pingar nos cofres do Estado em abril. Até lá, o Estado terá de se virar para garantir o pagamento de servidores, fornecedores e prestadores de serviços.
Feriados em Londrina
O prefeito Alexandre Kireeff assinou decreto que estabelece os dias em que não haverá expediente nos órgãos da administração direta e indireta. De acordo com o decreto 129, além do feriado de Carnaval (dia 17/2), será ponto facultativo nas repartições públicas na segunda-feira (16/2). O expediente será retomado, ao meio-dia da Quarta-feira de Cinzas (18/2). Outros dois feriados tiveram a data alterada: 28 de outubro, Dia do Servidor Público Municipal, foi transferido para 30/10, uma sexta-feira; no aniversário de Londrina, dia 10 de dezembro, o feriado nas repartições públicas passou para o dia 11, também sexta-feira. A lista completa dos 15 feriados, publicada ontem na edição do Jornal Oficial nº 2.641, pode ser conferida no www.londrina.pr.gov.br.
Eleição no Observatório
O Observatório de Gestão Pública de Londrina (OGPL) elege no dia 16 de março a sua nova diretoria. O edital convocando o pleito foi publicado na imprensa na última quinta-feira e a inscrição das chapas pode ser feita até o dia 11 de março. Qualquer associado do OGPL com mais de um ano de atuação pode concorrer à disputa. A chapa deve ser composta por presidente, vice-presidente, diretor administrativo-financeiro e vice, diretor de controle social e vice, além de três membros para o Conselho Fiscal com seus respectivos suplentes. A posse dos novos dirigentes do OGPL, hoje presidido por Waldomiro Grade, no dia 23.
Reeleição na Amepar
Os prefeitos integrantes da Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar) escolheram na última quinta-feira a diretoria executiva para o biênio 2015/2016. O prefeito de Centenário do Sul, Luiz Nicácio, foi reeleito para presidir a Amepar. A vice-presidência ficou com Onicio de Souza, prefeito de Florestópolis. O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, foi reeleito como primeiro-tesoureiro, assim como o prefeito de Cambé, João Pavinato, que foi reconduzido ao cargo de primeiro-secretário.
Cunha devolve grana à União
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) devolveu à União os R$ 536 mil que desviou dos cofres públicos e o levou à condenação de 6 anos e 4 meses peculato (desvio de dinheiro público) e corrupção no processo do mensalão. Com isso, ele espera obter o direito de cumprir o restante de sua pena em prisão domiciliar. No ano passado, diversos condenados do mensalão, entre eles o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, foram autorizados a cumprir o restante de suas penas em prisão domiciliar. O benefício se deu uma vez que eles estavam presos em regime semiaberto e já haviam cumprido um sexto de suas penas, o que lhes garantia a progressão. Além disso, também haviam pago as multas aplicadas no processo. No caso de Cunha, além da multa - que foi quitada juntamente com a dos companheiros de partido através de uma "vaquinha" - também lhe foi imposta a necessidade de devolver o dinheiro que desviou dos cofres públicos.
Empresas da Lava Jato e a gestão tucana
O líder do governador de Minas, o petista Fernando Pimentel, na Assembleia Legislativa do Estado, deputado Durval Ângelo (PT), afirmou ontem que a auditoria que está sendo realizada pelo Executivo mineiro já mostrou que houve "total" e "absoluta" corrupção nas gestões anteriores envolvendo "as mesmas empreiteiras da Operação Lava Jato". Desde 2003, quando o atual senador Aécio Neves (PSDB-MG) assumiu o governo, o grupo do tucano comandou o Estado e só deixou o Executivo com a eleição de Pimentel em outubro passado.
Aqui a corrupção é absoluta
Ao assumir o cargo em 1º de janeiro, o petista anunciou uma auditoria total nas contas do governo, que foi a principal vitrine usada pela campanha presidencial de Aécio no ano passado. A apuração, que é comandada pelo controlador-geral do Estado, o "xerife" Mário Spinelli, e tem prazo de 90 dias para ser concluída, é mantida em sigilo pelos integrantes do Executivo. Questionado se a apuração tem revelado que houve corrupção, foi categórico: "Tem total.
Aqui (a corrupção) é absoluta".





