INFORME FOLHA
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Equipe da Folha com agências<br>[email protected] 
Resultado da eleição no horário de verão
Com o início do horário de verão no último dia 19, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê divulgar o nome do presidente da República a partir das 20 horas (horário de Brasília), quando encerrar a votação no extremo oeste do Amazonas e no Estado do Acre. As duas regiões têm fuso com duas horas de diferença em relação ao horário de Brasília. Com o horário de verão, a diferença passa a ser de três horas. Já Roraima, Rondônia e a maior parte do Amazonas terão duas horas a menos em relação a Brasília. Com a mudança de horário, os Estados do Nordeste e mais o Tocantins, Pará e Amapá passam a ter uma hora a menos em relação a Brasília. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mesmo adotando o horário de verão, mantêm uma hora a menos em relação a Brasília. Os brasileiros que moram nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste adiantaram seus relógios em uma hora. No primeiro turno das eleições, realizado em 5 de outubro, o horário de verão ainda não estava em vigor.
Lei Seca no Paraná
No próximo domingo, a "Lei Seca" no Paraná funcionará nos mesmos moldes do primeiro turno das eleições. De acordo com a resolução de número 251/2014, publicada no Diário Oficial do Estado terça-feira, fica proibida a venda, a compra e o consumo público de bebidas alcoólicas no período compreendido entre 6 e 18 horas do dia 26. O documento é assinado pelo secretário estadual da Segurança Pública, Leon Grupenmacher. A pena, para quem não cumprir a resolução da Lei Seca, é de detenção de até dois meses e pagamento de 60 a 90 dias-multa (valor a ser definido pela autoridade competente), baseado no artigo 296 do Código Eleitoral.
"Medo do comunismo"
O PSDB apresentou, em sua página no Facebook, uma animação em que revive o medo do comunismo. Intitulada "Os monstros da Dilma", a peça de 1min18 traz protagonistas que, segundo o partido, representam a péssima gestão do PT à frente da Presidência da República. Entre elas está "O Godzilla Cubano", uma figura pré-histórica que faz referência ao investimento do governo federal, via BNDES, no Porto de Mariel, em Cuba, e ao programa Mais Médicos. Nas redes sociais, circulam teorias conspiratórias de que os médicos vindos da ilha caribenha seriam guerrilheiros infiltrados, que viriam ao País para impetrar um golpe comunista. "Estrelam" a animação, ainda, "Jurássico PAC", "A Fantasmagórica Corrupção", "O Homem do Saco dos Correios" e "O Birrento PIBebê". O vídeo termina com a frase "Chegou a Hora de Detê-los. Você pode mudar o final dessa história".
PT x PSDB
Na última sessão da Câmara de Londrina antes das eleições de domingo, a petista Lenir de Assis e o tucano Roberto Kanashiro usaram seus tempos no Grande Expediente para discursar em favor de Dilma Rousseff e de Aécio Neves. Na onda, outros vereadores acabaram declarando o voto.
"Peixe miúdo"
Kanashiro também comentou o depoimento de Leonardo Meirelles, suposto laranja de Alberto Youssef, que citou, sem revelar o nome, ligações do doleiro com um tucano de Londrina. "Sou peixe miúdo. Na minha conta não apareceu nada".
Recorrente...
Os vereadores de Londrina realizaram ontem mais uma reunião secreta, prática que tem sido comum nos últimos dias. Suspenderam a sessão por uma hora com a justificativa de agendar a audiência pública para discutir o projeto de lei que cria a nova Planta Genérica de Valores (PGV) para o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Ficou marcada para a noite de 3 de novembro, uma segunda-feira. "A data cogitada inicialmente era em meados de novembro, mas, é importante realizar antes para que se o projeto for aprovado haja tempo para a prefeitura confeccionar os carnês de IPTU de 2015", comentou o presidente da Câmara, Rony Alves (PTB). Também foi marcada outra audiência pública: a da Lei Orçamentária Anual para 2015, que será em 10 de novembro, às 19 horas.
EIV
Outro assunto da reunião teria sido projeto de lei do vereador Gaúcho Tamarrado (PDT) que permite a implantação de parques industriais em áreas circunvizinhas a fundos de vale ou de preservação permanente, com edificações de até dois pavimentos, incluindo o térreo, e altura máxima de 18 metros. O vereador entende que não cabe a exigência de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), mesmo que seu PL altere a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Ele se baseia em entendimento acerca dos PLs 202 e 203/2014, aprovados ontem, em que os EIVs foram dispensados porque as propostas mudam a "lei em tese" e não tratam de um empreendimento específico.


