O apoio de Kireeff
O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), apareceu pela primeira vez no horário eleitoral gratuito da tevê, anteontem, no programa do candidato ao Senado Alvaro Dias (PSDB). Ao lado de vários prefeitos paranaenses, o chefe do Executivo londrinense diz, em uma única frase, que é importante que o senador mantenha sua cadeira no Senado "porque o brasileiro precisa ter uma voz atuante, quer se posicione de maneira tão enfática sobre as questões que afetam a todos nós de maneira tão importante".

Sem tempo de tevê
A equipe de campanha do governador Beto Richa (PSDB), que tenta a reeleição, comemorou ontem uma enxurrada de 11 representações vencidas contra o adversário Roberto Requião (PMDB). De acordo com o coordenador jurídico da campanha tucana, Cristiano Hotz, todas penalizam o peemedebista por invasão do tempo de tevê da chapa proporcional para pedir votos para o candidato majoritário. No total, foram retirados de Requião 7 minutos e 15 segundos de exibição em quatro emissoras, contabilizando 29 minutos. Isso representa 58 inserções de 30 segundos ou 116 de 15 segundos. Coordenador jurídico da campanha de Requião, Luiz Fernando Delazari não atendeu o telefone celular na noite de ontem.

Candidatos em Maringá
A Arquidiocese de Maringá realiza hoje à noite um fórum com os candidatos ao governo do Paraná. Segundo os organizadores, são esperadas cerca de 400 pessoas e até ontem haviam confirmado presença Bernardo Pilotto (Psol), Gleisi Hoffmann (PT), Geonísio Marinho (PRTB), Tulio Bandeira (PTC) e Rodrigo Tomazini (PSTU). O fórum tratará de educação, saúde, segurança e região metropolitana. O evento é aberto ao público e será realizado no auditório Dona Guilhermina, na Catedral.

MP orienta
O Ministério Público (MP) do Paraná lançou ontem na internet, dentro da página www.mppr.mp.br, uma seção especial sobre as eleições de 2014, com esclarecimentos para que o eleitor possa fazer sua escolha "de forma consciente". Além de dicas como o que considerar na hora de definir os candidatos, o que é proibido ou permitido fazer durante a campanha e onde denunciar irregularidades, o site disponibiliza contatos de promotores eleitorais em todo o Estado, trechos da legislação e outras informações úteis.

Até o fim da semana
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) informou ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, que está em "negociação adiantada" com o Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná para resolver ainda nesta semana a polêmica do pagamento de precatórios atrasados. Na última quarta-feira, a seccional paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou um ofício ao secretário Luiz Eduardo Sebastiani pedindo que a administração regularizasse as parcelas de 31 de julho e 29 agosto de 2014 em até 48 horas, o que acabou não ocorrendo. Conforme a Sefa, os primeiros títulos devem ser quitados até sexta-feira. Já os de agosto venceriam apenas hoje, o que não configuraria atraso. A FOLHA também procurou o TJ, para saber como o órgão tem encaminhado a situação, no entanto, não recebeu retorno até o fechamento desta edição.

Pode parar no CNJ
Também ontem, o presidente da comissão de precatórios da OAB, Emerson Fukushima, disse que, caso o imbróglio não seja solucionado, a OAB no Paraná pode pedir uma intervenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A problemática é que, além de o Estado não depositar, o TJ não fiscaliza o pedido. A OAB, como representante da sociedade civil, ingressou com o requerimento mais como um alerta. Mas o CNJ pode determinar que o presidente do Tribunal cumpra com o seu dever e faça o sequestro (dos recursos correspondentes)", afirmou.

Pedágio
A comissão especial criada na Câmara de Londrina em novembro do ano passado para acompanhar os trabalhos da CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná apresentou ontem o relatório final, com 604 páginas, reclamando da ausência, até agora, do resultado final do trabalho dos deputados. O presidente da comissão, Professor Fabinho (PPS), disse que a Câmara cobrou a CPI, mas obteve apenas "informações vazias e pouco precisas". "Ninguém sabia de nada. Não tenha dúvidas de que nosso trabalho foi prejudicado sem o relatório da CPI." Mesmo sem um texto conclusivo, os vereadores conseguiram, com base em documentos franqueados pela CPI, como depoimentos, reunir informações já divulgadas anteriormente, como "tarifas abusivas, obras não concluídas a contento, orientações do TCE e do TCU de que os contratos precisam ser revistos", disse Fabinho.

Duplicação
Outro apontamento da comissão se refere à duplicação da PR-445, até Mauá da Serra. A comissão obteve mais de sete mil assinaturas de pessoas que discordam da duplicação com base na "futura instalação de novas praças de pedágio". "Outras propostas precisam ser avaliadas", defendeu Fabinho.

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