Repouso adiado
O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), adiou o início da sua licença. Inicialmente o "repouso" começaria ontem, porém, segundo o prefeito, não foi possível conciliar a agenda pessoal com o período em que ficará afastado da administração. "Como não consegui conciliar os compromissos pessoais que preciso resolver, decidi trocar o período da licença, para que comece no dia 7 de setembro, quando estava previsto o meu retorno", explicou Kireeff.

Ex-secretária demitida
Foi publicada no Jornal Oficial de Londrina a demissão da ex-servidora municipal Neiva de Cássia Vieira. Ela ocupou o cargo de secretária do Trabalho, Emprego e Renda de Londrina, na gestão do ex-prefeito Barbosa Neto (PDT), e teria deixado de fiscalizar adequadamente o contrato entre o município e a associação que executou o programa Jovem Trabalhador, além de ter se afastado do trabalho, por mais de 30 dias. Não há mais possibilidade de recursos administrativos. A reportagem tentou contato com Neiva, mas na Secretaria de Políticas para as Mulheres, onde atuava ultimamente, a informação é de que ela não aparece desde dezembro, somando férias, licença e o período sem justificativas.

Segunda demissão
É a segunda demissão de uma secretária da gestão anterior. Em 2013, a ex-secretária de Educação Karin Sabec foi demitida por participação em irregularidades na compra de 13.500 livos da coleção Vivenciando a Cultura Afro-brasileira e Indígena, ao custo de R$ 621 mil, e na aquisição "por carona" de uniformes escolares em 2011.

87 cavaletes apreendidos
Funcionários do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná percorreram diversas ruas de Curitiba, como avenidas Iguaçu, Silva Jardim e Visconde de Guarapuava, e apreenderam 87 cavaletes de candidatos, na semana passada. De acordo com a legislação eleitoral, é vedada a permanência de cavaletes em vias públicas após as 22 horas. A apreensão é resultado de diligência determinada pelo juiz da 145ª zona eleitoral, Ronaldo Sansone Guerra.

Acidente de carro
Candidata à Presidência da República pelo PSOL, a deputada Luciana Genro sofreu um acidente na manhã de ontem em Porto Alegre. Foi a própria Luciana quem contou em seu Twitter que não se feriu. "Estava dirigindo o carro do meu marido e outro carro passou no sinal vermelho e me bateu. Por sorte ninguém se machucou", escreveu. Segundo a candidata, o homem que avançou o sinal vermelho estava sem habilitação. "Poderia ter sido grave. O carro do meu marido ficou destruído na frente. Graças ao cinto de segurança não me machuquei. Tenho verdadeiro pavor do trânsito!".

Simon volta
O senador gaúcho Pedro Simon (PMDB) disse ontem que decidiu se candidatar novamente ao cargo para ajudar a presidenciável Marina Silva (PSB). Restando apenas 40 dias para a eleição, Simon, 84, abandonou a ideia de aposentadoria e vai assumir a vaga de Beto Albuquerque, que desistiu da candidatura ao Senado no Rio Grande do Sul para ser o vice na chapa de Marina. "A grande razão de eu ser candidato ao Senado é ajudar a Marina. Ajudar agora na eleição. E, modéstia à parte, se ela ganhar, sem cargo, sem coisa nenhuma, eu tenho condições de ajudá-la no Congresso", disse.

Marina e o Papa
Ele ainda comparou a presidenciável com o papa Francisco e disse que a candidatura será "uma avalanche". "Uma pessoa chegou a dizer para mim. Eu sou admirador do papa Francisco, menos como cristão e mais como ser humano, tenho me emocionado com as atitudes dele, com as posições dele. E ele (eleitor), sabendo disso, disse: 'Olha, Simon: o que papa Francisco fez pela Igreja, essa mulher pode fazer pelo Brasil'", afirmou o senador.

Pane elétrica
Uma pane elétrica no último andar do Anexo I do Senado na tarde de ontem fez com que funcionários da Casa deixassem às pressas o prédio pela escada de emergência. Segundo o relato de trabalhadores e do Corpo de Bombeiros, que vistoriou o local, por volta das 16 horas houve um princípio de incêndio decorrente do superaquecimento da fiação elétrica na Casa de Máquinas, localizada no 28º andar. A pane gerou fumaça em alguns andares do prédio.

Sem risco
Em nota, a assessoria de imprensa do Senado negou que tenha havido incêndio e destacou que, em nenhum momento, "os ocupantes do prédio estiveram em risco". Assim que foi acionada, a equipe de brigadistas da Polícia da Casa esteve no local e verificou que houve um derretimento parcial das ligações elétricas do elevador número 2, o que gerou o "cheiro de borracha" no prédio.

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