INFORME FOLHA
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Equipe da Folha com agências<br>[email protected] 
Copel e as eleições
Os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), que enfrentarão o governador Beto Richa (PSDB) no pleito de outubro, vieram a público rebater as supostas "inverdades" que vêm sendo divulgadas a respeito do reajuste de 35,5% na conta de luz. As declarações de ambos, reproduzidas nas redes sociais, dão o tom de como será a campanha eleitoral.
Guerra deflagrada
Segundo a petista, que se manifestou por meio de nota, a solicitação de aumento partiu da própria Copel (Companhia Paranaense de Energia), empresa controlada pelo governo do Estado, sendo que a Agência Nacional de Energia Elétrica, (Aneel), autarquia federal, apenas homologa o pedido. "Quando li na internet que o governador ainda tenta posar de bonzinho dizendo que vai suspender a aplicação do reajuste para buscar uma solução junto à Copel, o que me ocorreu é que, se não queria o aumento, não devia ter autorizado o pedido. O que parece, agora, é que ele está tentando fazer do cinismo uma virtude", escreveu.
Beto vira alvo
Requião também divulgou, em sua página na internet, o texto "O que os paranaenses precisam saber sobre a Copel", no qual acusa a atual administração de estar levando a Copel Distribuição à falência. De acordo com o peemedebista, o pedido de aumento é apenas um capítulo da má gestão tucana. Já na sua conta no Twitter, ele foi além. "Preguiça do governador, incompetência e maracutaias fazem explodir tarifa da Copel. Não aceito isto!", atacou.
Clamando
A vereadora Elza Correia (PMDB) e o pároco da Catedral de Londrina, monsenhor Bernardo Gafá, entregaram na manhã de ontem ao prefeito Alexandre Kireeff (PSD) um pedido de solução para a sujeira de fezes de pombos no Bosque Marechal Cândido Rondon. O documento tem cinco mil assinaturas e a dupla promete chegar a 20 mil signatários indignados com o mau cheiro na região central da cidade. Moradores também podem fazer protestos.
Demora
Há mais de uma década a superpopulação de pombos incomoda Londrina e até agora pouco foi feito. Em 2009, a Secretaria Municipal do Ambiente solicitou autorização do Ibama para abater 48 mil amargosinhas a estimativa era de que cerca de 170 mil habitavam o centro. Em julho de 2010, o instituto posicionou-se favoravelmente à captura e abate das aves e aprovou a metodologia apresentada pelo município, porém, requisitou documentos e providências prévias.
"Mas nada foi feito até agora", lamentou Elza.
Abraço
Os vereadores de Londrina interromperam a sessão de ontem para participar do 1º Abraço pela Paz e Não Violência na praça do Centro Cívico, promovido pelo Conselho Municipal de Cultura de Paz (Compaz) e pela ong Londrina Pazeando. O evento marcou o fim da exposição Faces da Copa Liga dos Craques, de David Wang. Uma discussão entre vereadores e representantes do IAP e CMTU sobre um lixão no Jardim Marabá também atrasou o início das votações.
A ordem do dia começou às 17h50.
Vetado
Com base em parecer da Procuradoria-Geral do Município, o prefeito de Londrina Alexandre Kireeff (PSD) vetou integralmente o projeto de lei 238/2013, do vereador Gaúcho Tamarrado (PDT), que reduzia, nos distritos, de 300 para 50 metros a distância entre escolas e estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas, e oferecem jogos eletrônicos, de bilhar e similares. Para a PGM, a matéria é inconstitucional. O projeto foi aprovado no final de maio com seis votos contrários. Agora cabe à Câmara analisar a manutenção ou derrubada do veto.
Farmacêutico responsável
A Assembleia Legislativa (AL) do Paraná aprovou nesta semana, em segunda discussão, o projeto de lei 306/2012, de autoria do deputado Anibelli Neto (PMDB), que reforça a exigência legal para que as farmácias e drogarias do Estado afixem nos seus estabelecimentos placas com indicação do nome do farmacêutico responsável, bem como do seu horário de trabalho. Segundo o parlamentar, a mensagem foi discutida amplamente com o Conselho Regional de Farmácia (CRF). O peemedebista argumenta que, com a nova lei, o consumidor poderá identificar o profissional e, assim, saber se ele pode ser encontrado.


