Contas
O Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) aprovou com ressalvas as contas de 2012 da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefa), quando o titular da pasta era o atual deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB). A ressalva envolve o repasse parcial dos recursos vinculados aos fundos especiais do governo do Estado. Para evitar problemas futuros, o TCE recomendou a adoção do Sistema de Gestão Integrada dos Recursos Financeiros do Estado do Paraná (Sigerfi-PR), efetivado pelo governo estadual no ano passado através da lei 17.579/2013.

Readequações
"Iniciamos a implantação do sistema em 2012 depois de estudarmos modelos vigentes em outros estados. A iniciativa é nossa", rebateu Hauly. Ele explicou que antes de implantar o sistema, o governo do Estado precisou fazer readequações na Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). "O órgão passou por modernização, justamente para atender outros setores. Hoje em dia é tudo integrado. Investimos mais de R$ 500 milhões nas readequações", argumentou o ex-secretário.

Título
Termina amanhã o prazo para regularizar o título de eleitor e ficar apto a votar em 5 de outubro. Segundo dados da Justiça Eleitoral em Londrina, foram distribuídas 850 senhas ontem durante atendimento no Fórum Eleitoral e regularizados 785 títulos, sendo 220 primeiros títulos, 366 revisões e 199 transferências.

Marighella
Depois de quase uma semana, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) deve retirar hoje os adesivos colados em sete placas indicativas do nome da Avenida Presidente Castelo Branco. Os adesivos, de cor azul semelhante às placas, traziam a inscrição "Avenida Carlos Marighella", guerrilheiro símbolo da luta contra a ditadura. A colagem dos adesivos foi um ato de protesto do grupo Levante Juventude Popular Paraná, conforme admitido em sua página no Facebook. A assessoria de comunicação da CMTU informou que não houve tempo para retirar os adesivos antes em razão do feriado e porque aguardava um parecer jurídico sobre a competência da companhia para a tarefa. Funcionários da CMTU vão registrar hoje, na Polícia Civil, um boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público.

Pauta vazia
A tomar como base a Ordem do Dia da Câmara de Londrina de hoje, a sessão seria vapt-vupt. A pauta só traz o projeto de lei do vereador Mario Takahashi (PV) que institui a devolução de troco na Zona Azul e um pedido de informações sobre uma obra em um terreno municipal no distrito de Paiquerê. Ainda assim, não é garantia de dia calmo: quando a proposta sobre o estacionamento rotativo foi à pauta em primeira discussão, em outubro de 2013, a Escola Profissional e Social do Menor de Londrina (Epesmel) lotou o auditório do Legislativo para tentar barrar o projeto. Apesar de aprovado em primeira discussão, Takahashi retirou de pauta para debater com a entidade e a prefeitura a implementação da proposta.

Casa cheia
A Epesmel é contrária à proposta pois somente uma empresa no Brasil trabalha com parquímetros capazes de restituir o tempo não usado pelos motoristas no estacionamento rotativo. O problema é que é a mesma dos antigos bótons, que foram retirados de funcionamento porque davam muito problema e a assistência técnica é ruim. Além disso, a adesão era baixa. Takahashi decidiu retomar a votação da proposta depois que o prefeito Alexandre Kireeff (PSD) concedeu aumento à tarifa da Zona Azul, na semana passada, sem informar o vereador. O parlamentar disse que havia a promessa de não ocorrer reajuste até a solução do impasse.

Contas irregulares
O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) emitiu parecer prévio pela irregularidade da prestação de contas de 2011 do município de Ponta Grossa, sob responsabilidade do então prefeito, Pedro Wosgrau Filho (gestão 2009-2012). As irregularidades foram abertura de créditos adicionais acima dos limites autorizados pela Câmara, remuneração de prefeito e vice superando o limite legal e existência de obras paradas no município. Pelas irregularidades, o então prefeito recebeu quatro multas, que somam R$ 2.901,92. Cabe a Wosgrau Filho o ressarcimento de R$ 17.526,80 e a Rogério Bocchi Serman, R$ 8.763,36.

CPI dos Condomínios
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Condomínios da Assembleia Legislativa realiza hoje, à 9h30, uma sessão a portas fechadas. O objetivo é tomar o depoimento de pessoas que fizeram denúncias à comissão e que, por temerem represálias, pediram que suas identidades fossem preservadas. A CPI dos Condomínios investiga suposta fraude praticada por empresas administradoras de condomínios para forçar o aumento da dívida de condôminos inadimplentes. "Há indícios de diversas práticas ilegais, como a cobrança de taxas, juros abusivos e até fraudes processuais", comenta o presidente da CPI, deputado Leonaldo Paranhos (PSC).

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