Tarifa de ônibus mais baixa
O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), encaminhou ontem um pedido para que a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) colha informações sobre as observações do Tribunal de Contas (TC) do Estado que indicam possibilidade de baixar a tarifa técnica do transporte coletivo em Curitiba em R$ 0,43. A informação foi publicada ontem à tarde, em seu perfil no site de relacionamentos Facebook. O valor da tarifa na capital ainda não caiu, mas Kireeff diz que, se houver possibilidade técnica de baixar o valor cobrado em Londrina, a prefeitura vai fazer. "A minha orientação à CMTU é clara: buscar a tarifa mais barata possível dentro da legalidade", finaliza.

Aumento provocou protestos
No mesmo post, o prefeito recorda que, no ano passado, a administração municipal baixou a tarifa em duas oportunidades, em R$ 0,10 na primeira ocasião e em R$ 0,05 na segunda, baixando a R$ 2,30. Porém, em 2014, a prefeitura suspendeu o subsídio para bancar a retração e ainda aplicou reajuste anual, o que catapultou o preço para R$ 2,65. Na prática, o aumento foi de 15,22%. A medida acabou provocando três manifestações contrárias, com registros de atos de vandalismo.

Concurso na AL
O presidente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, Valdir Rossoni, disse ontem que o término da reforma administrativa da Casa, com a realização de um concurso público, será sua principal meta para 2014. "O objetivo nosso é diminuir o número de cargos comissionados, com indicação política. Queremos contratação de servidores por qualificação técnica", afirmou. De acordo com ele, o número de vagas e a instituição responsável pelo processo seletivo – uma das universidades estaduais – ainda não foram definidos, mas a expectativa é que as provas sejam aplicadas no primeiro semestre.

AL nas eleições
Sobre o fato de 2014 ser ano eleitoral, o tucano garantiu que a participação dos parlamentares em campanhas políticas não irá atrapalhar o andamento dos trabalhos. "Já temos um calendário adequado para as necessidades, com sessões às segundas, terças e quartas-feiras. Nós vamos prosseguir na mesma caminhada. O comparecimento é obrigatório. Caso não compareça, (o parlamentar) terá seu desconto no salário."

Transparência?
Em entrevista coletiva antes da sessão solene de abertura dos trabalhos de 2014, o chefe do Legislativo paranaense voltou a dizer que a Casa é "uma das mais transparentes do Brasil". Questionado sobre o porquê de os relatórios das verbas de ressarcimento dos deputados, que até outubro do ano passado podiam ser acessados por meio do Portal da Transparência, estarem indisponíveis para consulta, porém, ele virou as costas e não respondeu.

Passado apagado
Hoje, os cidadãos conseguem visualizar, em arquivos PDF, apenas os recursos correspondentes a dezembro, sem a possibilidade de fazer comparações com períodos anteriores. O benefício é utilizado para custear atividades como alimentação, transporte, telefone e divulgação dos mandatos. Cada gabinete tem direito de receber de volta R$ 31,47 mil mensais.

Nereu Moura
O deputado estadual Nereu Moura assumiu ontem a liderança do PMDB, legenda com a maior bancada da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná - 12 parlamentares. De acordo com ele, seu principal objetivo será buscar o fortalecimento e a união do partido. Alvo de disputa por parte da senadora Gleisi Hoffmann (PT) e do governador Beto Richa (PSDB) na corrida ao Palácio Iguaçu, o PMDB se encontra hoje dividido entre apoiar um dos dois ou lançar candidatura própria. Na AL, a maioria dos deputados encontra-se mais próxima ao PSDB. Segundo o novo líder, porém, a decisão em relação ao pleito de outubro deve sair apenas a partir de maio. Já sobre as votações na Casa, Moura falou em preservar a "autonomia".

Sobre Gleisi e Beto
"Nem Barbie, nem Falcon ou Ken, Paraná não é brincadeira. PMDB vai de candidato próprio para ganhar a eleição". Do senador Roberto Requião (PMDB), domingo à tarde, via Twitter.

Denúncias da revista
A bancada do PT na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná deve entregar hoje um requerimento ao Poder Executivo solicitando que o secretário Pepe Richa (Infraestrutura e Logística) compareça à AL para prestar esclarecimentos sobre as denúncias de Ana Cristina Aquino, feitas à revista IstoÉ. Segundo a empresária, o irmão do governador Beto Richa (PSDB) e o responsável pelo escritório do Estado em Brasília, Amauri Escudero, teriam pressionado a montadora Renault a assinar um contrato milionário com a filial paranaense da transportadora AG Log. Ambos negam as acusações.

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