INFORME FOLHA
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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Novo comando da Amapar
O juiz Frederico Mendes Junior, da comarca de Maringá, será empossado amanhã como novo presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar). Eleito no final do ano passado, pela chapa única "Combatividade, Coragem e União", ele ocupará a cadeira do magistrado Fernando Swain Ganem, que exerceu a presidência da entidade durante o biênio 2012/2013. A posse acontece a partir das 16 horas, no auditório do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado, em Curitiba.
Desafios
Atual vice-presidente da Amapar e ex-juiz auxiliar da presidência do TJ na gestão do desembargador Miguel Kfouri Neto, Mendes Junior disse à FOLHA, em dezembro, que o aparelhamento do primeiro grau e a construção de novos fóruns, principalmente no interior do Estado, serão seus principais desafios à frente da entidade. Com mais de 1.200 associados, a Amapar é a entidade representativa dos juízes e desembargadores paranaenses.
Bens bloqueados
A juíza Nayara Rangel Vasconcellos determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito de Alto Piquiri (Noroeste) entre 2009 e 2012 Gerson Márcio Negrissoli (PSDB), da ex-primeira dama e ex-secretária de Administração Rosilene Aparecida Torchetti, do ex-secretário de Obras, de servidores municipais e do proprietário de uma autoelétrica da cidade por suspeitas de irregularidades na contratação de serviços para a administração municipal, no último ano da gestão. O valor a ser retido chega a R$ 61.625. A ação por improbidade administrativa corre na Vara Cível de Alto Piquiri.
Licitação sob suspeita
A denúncia foi proposta com base em inquérito do Ministério Público, após denúncias do atual prefeito, Elias Pereira da Silva (PV), e recai sobre licitação promovida em 2012 que teria beneficiado uma autoelétrica para consertar a frota do município, que se encontraria sucateada, apesar de constantes gastos com peças. De acordo com o promotor de Justiça Rafael Januário da Rocha, houve juntada de documentos falsos na licitação e ausência de publicação de editais e atos oficiais, impedindo a ocorrência do certame. Procurado pela FOLHA, o ex-prefeito disse desconhecer o processo e o bloqueio de bens.
Mais veloz
Os primeiros números do cadastramento biométrico em Campo Largo demonstram que, proporcionalmente ao seu eleitorado, a cidade da Região Metropolitana de Curitiba superou as marcas atingidas pela capital e pelos municípios de Londrina e Maringá. O recadastramento começou dia 13 de janeiro e, até dia 24, quando se completou dez dias úteis do início do processo, foram atendidos 9.032 eleitores, com média diária de 903 atendimentos. Isso equivale a 11,15% do eleitorado total do município. A revisão do eleitorado de Campo Largo se estende até dia 28 de março.
Filho de Campos
A estrutura do governo de Pernambuco foi utilizada para noticiar o nascimento do quinto filho do governador Eduardo Campos (PSB), na tarde da última terça-feira, no Recife. Servidores da Secretaria de Imprensa do Palácio Campos das Princesas foram deslocados para a maternidade e a notícia foi divulgada no site oficial do governo estadual. Na manhã de ontem, após ser questionado, o governo estadual retirou a informação do site oficial.
Esfera privada
As primeiras imagens de Miguel - que recebeu este nome em homenagem ao ex-governador Miguel Arraes, avô de Campos - foram divulgadas pela equipe oficial. De acordo com o secretário estadual de comunicação, Evaldo Costa, a notícia foi divulgada no site do governo estadual - com foto - por "um erro" da equipe. "O assunto é da esfera da vida privada do governador, não é assunto do governo", afirmou. Miguel nasceu na maternidade Santa Joana, com 51,5 cm e 3,4 quilos, de parto normal.
Culto do ministro
"Quem está aqui não é o ministro, é alguém que crê em Deus", disse o ministro Alexandre Padilha aos cerca de 60 funcionários da Saúde que, no horário do almoço de ontem, participavam de um culto evangélico no auditório principal do ministério. O culto foi organizado a pedido do próprio Padilha e teve clima de despedida. O petista deve deixar a pasta na próxima segunda-feira para se dedicar à corrida pelo governo de São Paulo. O culto durou pouco mais de 30 minutos e constava da agenda oficial do ministro. Os cultos para os funcionários acontecem com certa periodicidade no ministério, mas não contam com a presença do ministro.
Amém
Em nenhum momento houve referência à candidatura de Padilha, mas a uma "nova empreitada" e a mudanças. "Se uma porta se fecha aqui, outras portas se abrem ali", entoaram os presentes. Ao encerrar sua fala, o ministro disse que sentia que colheria vitórias pessoais, com amigos e familiares, "independentemente de as pessoas acharem que venci ou não". "Saio daqui mais forte para tudo o que a gente tiver que fazer." "Amém", respondeu o auditório.


