Biometria concluída
Com 3,7 mil atendimentos realizados ontem, prazo final, Maringá encerrou o período de revisão biométrica com cerca de 32 mil títulos cancelados. Maringá iniciou a revisão com 257,3 mil eleitores e, apesar dos cancelamentos, a cidade terá mais de 243 mil votantes na próxima eleição em razão das transferências e alistamentos ocorridos durante o recadastramento. De acordo com o servidor do cartório da 192ª Zona Eleitoral, Julian Oscar Rodrigues do Nascimento, a biometria atingiu a marca de 83% do eleitorado inicial. "Agora vamos retomar o atendimento no Fórum no dia 14 de outubro para regularização dos títulos cancelados."

Região de Maringá
Nas demais cidades atendidas pela Justiça Eleitoral de Maringá, a revisão biométrica apresentou os seguintes números: Paiçandu atingiu 25 mil eleitores e teve 2,9 mil títulos cancelados. Floresta, 4,8 mil eleitores e 430 cancelamentos. Doutor Camargo, 4,7 mil e 370. Ivatuba finaliza com 2,1 mil eleitores e 500 títulos cancelados.

Que venha a verba
Com o caixa no vermelho, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) segue na expectativa de receber logo a primeira parcela dos R$ 10,8 milhões que serão injetados pela Prefeitura de Londrina. Pensando nisso, o Executivo deve encaminhar nesta semana projeto de lei para a Câmara de Vereadores pedindo autorização para o aporte. Segundo o secretário de Fazenda, Paulo Bento, "o repasse vai ser gradativo, até o final do ano".

De onde vem
Questionado de onde vai sair o dinheiro para a CMTU no apertado orçamento da prefeitura, Paulo Bento afirmou que a Secretaria de Planejamento ainda está definindo o remanejamento. "Mas também levamos em consideração a expectativa de arrecadação neste últimos meses. Temos o parcelamento de IPTU, o protesto que tem dado resultado e o nosso call center intensificando a cobrança."

Sem Profis
O secretário de Fazenda, Paulo Bento, aproveitou para reforçar que não adianta esperar pelo Programa de Renegociação Fiscal (Profis), benefício comum na gestão passada, quando os devedores tinham direito a descontos de juros e multas para pagamento de débitos atrasados no final do ano. "Tem muita gente que pode estar esperando o Profis, mas quando perceber que não vai ter, vai preferir quitar o débito. Quem não pagar nesse ano, poderá entrar na dívida ativa em janeiro do ano que vem."

Camargo no STF
O ex-presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná Clayton Camargo aguarda uma decisão do ministro José Antonio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o seu pedido de aposentadoria, negado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a pedido do Ministério Público Federal (MPF). O magistrado entrou com um mandado de segurança na última terça-feira, solicitando que o STF reveja a decisão. Segundo o MPF, o pedido de aposentadoria seria uma manobra do desembargador paranaense para fugir de um eventual processo administrativo disciplinar (PAD). Clayton Camargo nega e alega que seu pedido é por motivos de saúde. Ele é alvo de uma sindicância no CNJ por suspeitas de venda de sentença e tráfico de influência. A sindicância pode gerar a abertura de um PAD, o que será decidido na terça-feira.

Até dia 8
O advogado de Camargo, João dos Santos Gomes Filho, disse que Toffoli está em viagem oficial à República Dominicana e que só retorna amanhã. A expectativa, no entanto, é que o ministro se manifeste até segunda-feira, um dia antes do caso chegar na pauta do CNJ.

Chuva na AL
Os estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram Curitiba na tarde de quinta-feira levaram a Assembleia Legislativa (AL) do Paraná a suspender o expediente ontem. Equipes de limpeza e técnicos trabalharam no prédio durante o dia para restabelecer os serviços. Segundo a assessoria de imprensa da AL, as atividades voltam ao normal na segunda-feira. Um balanço geral sobre os danos na sede do Legislativo deve ser divulgado na próxima semana.

Esclarecimento
Sobre a reportagem publicada ontem mostrando que o Ministério Público do Trabalho (MPT) deu parecer favorável à decisão da Sercomtel de demitir 23 funcionários, a assessoria de imprensa da telefônica entrou em contato com a FOLHA para um complemento na frase do presidente da empresa, Christian Schneider. Ao informar que outras 14 demissões previstas dependem de um posicionamento da Procuradoria-Geral do Município (PGM), para "saber se eles têm estabilidade no município, porque entraram na empresa quando ainda era autarquia", Schneider esclarece que "esses empregados foram admitidos sem concurso público antes de 5 de outubro de 1983 e poderiam ter a estabilidade prevista nos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias".

Folha de pagamento
De janeiro a junho de 2013, a folha de pagamento da Sercomtel representou 34,24% da receita operacional líquida, média superior às demais empresas do ramo de telecomunicações, segundo a própria telefônica. Este é um dos motivos que levaram a empresa a decidir pelas demissões.

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