INFORME FOLHA
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Equipe da Folha com Agências<br>[email protected] 
Fraca, fraquinha
A pauta de hoje da sessão da Câmara de Vereadores de Londrina é uma das mais enxutas dos últimos anos: apenas um projeto de lei deve ser discutido. Trata-se da proposta de autoria do presidente da Casa, Rony Alves (PTB), que altera zoneamento da rua lateral ao terreno onde deve ser instalado o Hipermercado Angeloni. Também há um pedido de informação sobre o contrato entre a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e a empresa MM, que recolhe o lixo domiciliar em Londrina. O autor é Rony Alves, que recebeu denúncias de falta de condições dignas de trabalho aos coletores de lixo.
A pergunta
Uma das informações solicitadas pelo vereador é: ''Quando será aberto novo edital para licitação do serviço de coleta de lixo em Londrina?''. A MM faz o serviço de recolhimento de lixo domiciliar desde 2009, sem licitação.
Denúncias na Cohab 1
Ao receber denúncia do prefeito de Londrina Alexandre Kireeff, o presidente da Companhia de Habitação (Cohab), José Roberto Hoffmann, fez publicar na edição de ontem do Jornal Oficial do Município a portaria número 41, determinando a instauração de ''Sindicância e Procedimento Administrativo Disciplinar para apurar possíveis irregularidades e faltas praticadas por servidores'' do Departamento Financeiro da Cohab.
Denúncias na Cohab 2
A fonte das denúncias, segundo o Jornal Oficial: correspondência eletrônica encaminhada pelo prefeito Alexandre Kireeff. A comissão tem prazo de 30 dias para concluir as investigações. Cohab também instaurou outra sindicância, esta, com a finalidade de ''apurar possíveis irregularidades praticadas no credenciamento de empresas para o transporte de mudanças para os Programas de Interesse Social''. O prazo também é de 30 dias.
Entre colegas
Por iniciativa do vereador Fábio Testa (MD), a Câmara de Londrina aprovou e o prefeito Alexandre Kireeff sancionou a concessão do título de Cidadão Honorário de Londrina ao deputado estadual Tercílio Turini (MD), que é natural de Jaú (SP), formado em medicina pela UEL em 1975 e vereador por quatro mandatos em Londrina (1993 a 2008). A lei que concede a honraria é a de número 11.832, de 19 de abril de 2013, e foi publicada na edição de ontem do Jornal Oficial.
Depois do feriado
A Prefeitura de Londrina realiza na quinta-feira, às 19 horas, a oitava audiência pública para o Plano Plurianual (PPA). O encontro com o prefeito Alexandre Kireeff e o secretariado será na Escola Municipal Nara Manella, localizada na rua Lázaro José Carias de Souza, 317, Conjunto Semiramis, região norte da cidade. Ao todo, serão realizadas 12 audiências públicas, em todas as regiões da cidade, inclusive na zona rural.
Participação da população
A ideia da audiência pública é que a população apresente as principais reivindicações de seu bairro e região para os próximos anos. Dez participantes terão três minutos cada um para falar em público. Os demais podem deixar suas sugestões por escrito.
Na internet
Aqueles que não puderem comparecer na audiência pública podem deixar sua sugestão no endereço da Prefeitura de Londrina na internet (www.londrina.pr.gov.br), no link Plano Plurianual 2014-2017.
Mais tempo para Cooprelon
A Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Metropolitana de Londrina (Cooprelon) conseguiu mais uma semana para tentar reverter a rescisão contratual com a CMTU. A informação foi confirmada pela assessoria jurídica da companhia, ''para garantir o direito à ampla defesa''. A Cooprelon alegou, em documento encaminhado à companhia na semana passada, que faltaram algumas informações sobre os motivos do rompimento do contrato, ''o que é fundamental para o nosso recurso e eventual ação na Justiça'', disse o advogado da cooperativa, Vinícius Borba. O novo prazo vence no dia 7 de maio.
Motivo do rompimento
Entre as ''irregularidades insanáveis'' apontadas pela CMTU para o rompimento do contrato com a Cooprelon estão supostas fraudes em documentos e holerites de catadores. ''É algo grave'', comentou o presidente da CMTU, Carlos Alberto Geirinhas. Por se tratar de um serviço que vinha sendo mantido com recursos públicos (cerca de R$ 200 mil mensais), o MP também vai apurar se houve ato de improbidade administrativa.
Julgamento de Pupin
Voltou à pauta da sessão de hoje do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o recurso contra a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), eleito prefeito de Maringá nas últimas eleições. A acusação, feita pela coligação adversária encabeçada pelo PT, é de que Pupin, vice na gestão anterior, estaria assumindo o ''terceiro mandato'', por ter ocupado o cargo em dois períodos eleitorais; em 2008 e em 2012. Em agosto, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) havia indeferido o registro de Pupin, mas a coligação do pepista recorreu ao TSE e, em decisão monocrática, o ministro Marco Aurélio Mello autorizou a candidatura.
- Também está na pauta do TSE o recurso contra a candidatura do vice-prefeito de Maringá, Cláudio Ferdinandi (PMDB). Ele teve as contas reprovadas pelo Tribunal de Contas (TC) do Paraná no período em que foi gestor do Centro de Ensino Superior de Maringá (Cesumar).


