Serviços gerais
Dez empresas estão credenciadas na licitação da Câmara de Vereadores de Londrina para execução de serviços gerais, como limpeza, conservação, copeiragem, manutenção predial, telefonia, portaria, motorista e jardinagem. A apresentação das propostas ocorreu na última sexta-feira. De acordo com a assessoria de imprensa do Legislativo, pelos próximos 50 dias os servidores vão analisar as planilhas e na sequência confirmar quais empresas poderão ser habilitadas. O teto da licitação é de R$ 63,3 mil por mês.

Contrato emergencial
Enquanto a licitação segue, a Câmara firmou contrato emergencial pelo prazo de três meses com a empresa Máxima Serviços Especializados Ltda., de Curitiba. O custo mensal é de R$ 44.106,25. O controlador da Casa, Wagner Vicente Alves, afirmou que o objetivo foi evitar a interrupção dos serviços em razão do fim do contrato com a Constrol, que executou o trabalho nos últimos quatro anos.

Conselho de Ética
Conforme FOLHA anunciou semana passada, o deputado estadual Caíto Quintana (PMDB) foi eleito ontem o novo presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná. Ele ocupará o lugar do licenciado Cheida (PMDB), levado para o primeiro escalão do governo Beto Richa (PSDB). Isso tira Quintana da lista de possíveis presidentes do Conselho de Ética da AL, cargo vago desde o início do ano.

Exigência
Após mais uma reunião da bancada estadual do PMDB na Assembleia Legislativa, os políticos voltaram a afirmar que a coligação com os tucanos na eleição majoritária (e os quatro minutos de propaganda eleitoral que isso significa) está atrelada a ter o PSDB junto também na proporcional, na chapa de deputados estaduais e federais. ''Daí decidimos o resto nas urnas'', disse Nereu Moura, ontem, à imprensa.

Nome próprio
Outro aspecto que irritou deputados estaduais do PMDB durante a reunião da bancada foi a posição defendida por Orlando Pessuti (PMDB), que participou do encontro para defender uma candidatura própria do partido ao Palácio Iguaçu. Perguntado se defenderia a tese inclusive se a chapa fosse encabeçada pelo senador Roberto Requião, Pessuti negou.

Quorum alto
A sessão ordinária de ontem foi aberta às 14h30 com 48 dos 54 deputados estaduais no plenário da Assembleia Legislativa (AL). Número bem superior à média de 18 contabilizada nas semanas anteriores, antes do ''puxão de orelhas'' dado por Valdir Rossoni (PSDB), presidente da AL, nos colegas. Começou a vigorar ontem uma ''chamada dupla'', que obriga os políticos a registrarem presença no início da sessão e no começo das votações, caso contrário levam falta e desconto no subsídio.

Dia de atraso
A Assembleia Legislativa (AL) do Paraná recebe hoje o projeto de lei que isenta de ICMS o diesel usado em sistemas integrados de transporte coletivo, como os existentes em Curitiba, Maringá e Foz do Iguaçu. Beto Richa (PSDB) havia prometido a iniciativa para ontem. Na sexta-feira, o presidente da AL, Valdir Rossoni, prometeu urgência na análise do projeto.

Navegabilidade
O endereço da Assmbleia Legislativa na internet ganhou uma nova roupagem, ontem, após algumas horas fora do ar para atualização do sistema. O portal dos deputados estaduais agora apresenta linguagem mais direta, fotos maiores e mais integração entre TV Sinal, rádio, Twitter e Facebook. ''Toda notícia que publicamos recebe de 500 a mil pageviews (acessos)'', explica Hudson José, diretor de Comunicação. Ele defende que a proposta ''multiplataforma'' vai ''facilitar a navegabilidade''.

Planos de saúde
Os deputados estaduais da CPI dos Planos de Saúde ouvem, hoje pela manhã, o presidente do Sindicato dos Médicos do Paraná, Murilo Rubens Schaefer, e o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado, Alexandre Gustavo Bley. Eles vão falar sobre uma ação civil pública contra as operadoras de saúde suplementar, na qual pedem, entre outras coisas, que o reajuste aos médicos seja previsto em contrato. O encontro acontece em Curitiba, às 10 horas, na Assembleia Legislativa.

Orçamento de 2013
O Congresso Nacional realiza sessão hoje, às 19 horas, para votar a proposta orçamentária de 2013. Na semana passada, na mesma sessão em que foi derrubado os vetos à lei dos royalties, deputados federais aprovaram o Orçamento deste ano, mas faltou acordo no Senado para a votação em sessão conjunta no mesmo dia. A medida foi possível após o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), entender que o regimento interno do Legislativo permite a votação apenas por uma das Casas. Na Câmara, diferentemente do Senado, havia consenso.

Polêmica dos vetos
A oposição no Senado argumenta que a Constituição impede o Congresso de votar qualquer matéria enquanto houver vetos pendentes de análise - são mais de 3.000 vetos presidenciais que ainda não foram votados. O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), avisou que recorreria ao Supremo Tribunal Federal se o Orçamento fosse votado antes dos vetos.

mockup