Comissão da Verdade 1
Beto Richa nomeou os membros da Comissão Estadual da Verdade. Conheça os nomes: Ivete Maria Caribé da Rocha, advogada e integrante do Comitê de Refugiados do Paraná; Luiz Edson Fachin, jurista e professor de Direito da UFPR; Marcio Mauri Kieller Gonçalves, bancário e vice-presidente da CUT no Paraná; Neide de Azevedo Lima, ex-presidente do Movimento Feminino pela Anistia, indicada pelo Fórum Paranaense de Resgate de Verdade Memória e Justiça; Olympio de Sá Sotto Maior Neto, ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Paraná; Pedro Bodê, professor do setor de Ciências Humanas da UFPR e especialista em violência; Vera Karan de Chueiri, professora e vice-diretora do setor de Ciências Jurídicas da UFPR.
Comissão da Verdade 2
Criada no dia 28 de novembro de 2012, a comissão estadual poderá receber testemunhos, informações, dados e documentos que lhe forem encaminhados voluntariamente e requisitar informações, dados e documentos de órgãos e entidades do poder público, ainda que classificados em qualquer grau de sigilo. Poderá também convocar, para entrevistas ou testemunho, pessoas que possam guardar qualquer relação com os fatos e circunstâncias examinados; determinar a realização de perícias e diligências para coleta ou recuperação de informações, documentos e dados; além de promover audiências públicas e requisitar proteção aos órgãos públicos para qualquer pessoa que se encontre em situação de ameaça em razão de sua colaboração com a Comissão Nacional da Verdade.
Agricultura familiar
Vinte e sete mil agricultores familiares serão beneficiados com o repasse de R$ 144 milhões para compra de produtos, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Quem estiver interessado já pode apresentar propostas à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O repasse da verba será feito pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Os produtos adquiridos pelo PAA destinam-se ao atendimento de pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e às que são atendidas pela rede socioassistencial, rede pública e filantrópica de ensino.
Somos dispensáveis
O senador Alvaro Dias (PSDB) está desencantado com o número reduzido de parlamentares oposicionistas no Senado: ''Dos 81 senadores, temos 15 na oposição, por isso somos até dispensáveis. O governo não precisa da oposição nem para obstruir os trabalhos. O Orçamento da União não foi votado porque a base governista não se entendeu. A oposição nem precisou obstruir. Com isso, fica reduzido o espaço da crítica, da denúncia e o governo pode errar mais'', disse. Para Alvaro Dias, a redução da oposição tem explicação: ''Quando o governante chega ao poder usa de todos os artifícios para ter o apoio de todos os partidos. E muitos preferem ficar à sombra do poder'', desabafa.
Código Florestal
Os produtores rurais homenagearam o comunista Aldo Rebelo, ministro do Esporte, durante o Show Rural 2013, em Cascavel. Eles ficaram satisfeitos com o Código Florestal, cujo relator foi o deputado federal do PCdoB. ''Acho que não podíamos fazer uma escolha entre renunciar a agricultura por causa do meio ambiente, e nem o contrário'', disse Rebelo à imprensa. ''A gente pode passar um ano sem comprar uma camisa, mas não passamos um dia sem alimento. Então, era preciso proteger o agricultor, que contribui para o desenvolvimento e o equilíbrio das contas do Brasil'', declarou o comunista.
Protesto em pleno Carnaval
Um grupo de manifestantes que protestam contra a eleição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fechou uma das pistas da avenida Paulista, em São Paulo, e deixou o trânsito lento na região na tarde de sábado. Cerca de 200 pessoas participaram do protesto, segundo a Polícia Militar. Com gritos de ''Fora Renan'', os manifestantes pedem que o presidente do Senado deixe espontaneamente o comando da Casa ou sofra um processo de impeachment.
Acusações
Renan é acusado pela Procuradoria-geral da República de ter praticado os crimes de peculato, falsidade ideológica e utilização de documentos falsos.
A denúncia foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Para que Renan passe a responder a processo, o STF ainda terá que analisar o conteúdo da denúncia e entender que existem indícios suficientes para a abertura da ação penal. ''Mesmo sendo um sábado de carnaval, optamos por convocar os manifestantes para mobilizar a sociedade civil para buscar um Senado mais limpo'', diz Luan Souza, um dos organizadores do protesto. ''Não nos sentimos representados pelo Renan.''
Adesões
Participaram do protesto membros dos movimentos ''Dia do Basta à Corrupção'', ''Quero o Fim da Corrupção'' e ''MJ''. Eles caminharam da rua Augusta até a avendida Brigadeiro Luis Antonio gritando: ''o povo na rua, Renan a culpa é sua'' e ''Renan safado, sai fora do Senado''. Também pediam mais transparência no processo de escolha da Mesa Diretora e o fim do voto secreto. A manifestação foi marcada nas redes sociais. Segundo organizadores do protesto, um novo ato contra a permanência de Renan na presidência do Senado deve ocorrer no MASP (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, no próximo dia 23.

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