Primeiro comissionado
Decreto publicado ontem no Jornal Oficial de Londrina traz a primeira nomeação de um comissionado - à exceção dos membros do primeiro escalão - pelo prefeito Alexandre Kireeff (PSD). Trata-se do advogado Paulo Arcoverde Nascimento, que participou da equipe de transição, ao lado do vice-prefeito Guto Bellusci, do empresário Fernando Prochet e de Paulo Bento, escolhido para a Secretaria de Fazenda. Como assessor executivo de nível um da administração direta, Arcoverde vai receber salário de aproximadamente R$ 5 mil.
Solução de problemas
Em entrevista ao Portal Bonde, Arcoverde disse que vai ficar responsável por fiscalizar as atividades de cada secretaria municipal. ''Vou fazer parte de um comitê gestor que vai acompanhar os projetos e os planos de meta do secretariado. Vou ficar responsável por detectar eventuais desvios ou problemas que podem prejudicar os secretários de alcançarem as suas metas'', explicou. Segundo o advogado, o comitê gestor vai ser formado por três membros. ''Os outros dois integrantes terão os nomes anunciados até o final deste mês.''
Auditoria
A Kalunga, empresa que era responsável pelo transporte escolar rural em Londrina, pode encontrar dificuldade para receber cerca de R$ 2,2 milhões, referentes a um aditivo assinado em julho de 2012 pelo prefeito cassado Barbosa Neto (PDT). O aditivo ao contrato de 2007 concedia reajuste retroativo à Kalunga e chegava ao montante de R$ 2,5 milhões.
Não deu tempo
Após paralisar o serviço por uma semana em dezembro passado e prejudicar cerca de 4 mil professores e alunos da zona rural, a Kalunga recebeu cerca de R$ 240 mil do município, que pretendia pagar integralmente o aditivo. Como a Secretaria de Educação não tinha previsão orçamentária, o remanejamento de rubricas foi autorizado em projeto de lei aprovado na Câmara. Mas não houve tempo para pagar. E agora, com a decisão da nova administração de auditar todos os pagamentos com valores acima de R$ 15 mil, a Kalunga pode demorar um pouco mais para receber. ''Vamos verificar todos os pagamentos e este com atenção especial, já que houve toda aquela polêmica'', disse Paulo Bento.
Vitória no TJ
Havia suspeita de superfaturamento nos preços praticados pela Kalunga. Em Londrina, a Justiça acatou ação do Ministério Público e anulou o contrato. Porém, em dezembro, ao julgar recurso da empresa, o Tribunal de Justiça considerou o contrato legal, o que deu base para que o ex-prefeito tampão Gerson Araújo pagasse a empresa.
Presidência da OAB
O atual vice-presidente nacional da OAB, ex-presidente da OAB do Paraná e conselheiro federal da entidade, o advogado Alberto de Paula Machado resolveu concorrer à presidência nacional da OAB pela chapa ''OAB Ética e Democrática''. Duas chapas foram registradas para eleição da diretoria que irá comandar o Conselho Federal da OAB no triênio 2013-2016. A outra chapa inscrita se chama ''OAB Independente, Advogado Valorizado'', com Marcus Vinicius Furtado Coêlho na cadeira de presidente.
Eleição dia 31
A eleição para escolha do novo comando da OAB ocorre às 19 horas do dia 31 de janeiro por votação secreta. Participam do processo os 81 conselheiros federais representando os 26 Estados mais o Distrito Federal. Será proclamada eleita a chapa que obtiver a maioria simples do colegiado.
Carta convocatória
O Partido dos Trabalhadores divulgou documento para os filiados em que rebate parte das críticas dirigidas à legenda nos últimos dez anos. Chamada de carta convocatória, pois está sendo distribuída na véspera da convenção nacional do PT, ela afirma que, igual aos ex-presidentes Getúlio Vargas e João Goulart foram vítimas de uma ''insidiosa campanha de forças políticas'', também Lula seria alvo de uma campanha de desestabilização. ''A partir de 2003, de forma intermitente, tratou-se de anular os notórios êxitos do governo, com campanhas que procuravam ou desconstruir as realizações do governo Lula ou tachá-lo de incapaz e corrupto'', diz o documento petista, reproduzido na internet pelo deputado federal Zeca Dirceu (PT).
Guerra de artigos
Parece que o deputado estadual Ênio Verri (PT) vai adotar o médoto de Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, para se comunicar com a população. Vai escrever e divulgar artigos, como esse datado do início do ano, em que defende a ministra Gleisi Hoffmann (PT), ministra-chefe da Casa Civil. ''O fato de Gleisi representar no Paraná e no Brasil o sucesso e a aprovação histórica do governo da presidenta Dilma, somado às pesquisas de avaliação do governo do Estado que não param de indicar queda nos índices de aprovação, além das derrotas eleitorais experimentadas pelo grupo do governador, motivaram o líder do governo na AL a promover ataques infundados à ministra'', raciocina Verri.

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