Nova secretária da Mulher
A advogada e servidora municipal Ana Maria Arenghi é a nova secretária de Políticas para as Mulheres de Londrina. Ela foi confirmada ontem pelo prefeito, Gerson Araújo (PSDB). Ana assume o cargo no lugar de Jeane Tramontini Zanluchi, que acumulava a pasta com a Secretaria Municipal do Idoso. A nova secretária atua como advogada dativa da 6 Vara Criminal e foi presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, em 2007. Apesar do pouco tempo para acabar o mandato, ela afirmou que ''será possível implementar projetos''. ''Neste período vamos tentar uma nova Casa Abrigo (para mulheres vítimas de violência) até reformarmos a atual'', disse Ana, pontuando uma de suas prioridades.
Comando da OAB
O futuro presidente da subseção Londrina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Artur Humberto Piancastelli, candidato único na eleição marcada para o dia 19, garante que a relação institucional entre a entidade e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público (MP) estadual, ''está preservada''.
É bom e todos gostam
Ontem na FOLHA, Piancastelli adotou um tom conciliatório ao ser perguntado sobre os entreveros públicos deste ano entre os promotores e a Ordem. ''Foram questões pontuais, já superadas.'' Mas advertiu: ''Respeitamos o trabalho do Gaeco e exigimos o mesmo respeito ao nosso trabalho''.
Crise
O auge da ''crise'' entre MP e a OAB ocorreu no início de abril, na esteira de uma ação do Gaeco na CMTU cujo objetivo era apurar multas canceladas irregularmente. Na época, o presidente da OAB, Elizandro Pelin, criticou a postura de um promotor de Justiça diante de uma servidora e ainda batizou as ações do Gaeco de ''espalhafatosas'' e ''circenses''. As declarações geraram reações até do procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, que imediatamente saiu em defesa do MP e de seus membros.
Exame
Além das eleições - em todas as esferas - na entidade que os representa, os advogados estão preocupados com o projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados e que dispensa os bachareis de Direito de fazer o exame da Ordem para exercer a profissão. E, garantem, o lobby pela aprovação é forte. E o contra lobby também.
Janela indiscreta
O presidente da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), gastou alguns minutos ontem explicando para a imprensa uma foto que surgiu nas redes sociais, em que o político abraça Chênia Rossana Thomas, de 20 anos de idade. Ela já foi Miss Teenager Francisco Beltrão 2009, Miss Teenager Paraná 2010 e Miss Silhouette Paraná 2010. O tucano negou as fofocas, dando a entender que o ocorrido não passou de um encontro casual, sem importância, pois ele sempre tira fotografias com paranaenses quando é solicitado. ''Tiro foto até com homem feio'', rebateu, descontraído.
Sorriso amarelo
Valdir Rossoni aproveitou a ocasião para acenar uma bandeira branca na pendenga com o colega tucano, senador Alvaro Dias. ''A população espera de nós dois maturidade para ultrapassar essas diferenças pessoais'', ensaiou Rossoni, sorrindo amarelo, para logo depois lembrar de episódios controvertidos da carreira política do rival por uma vaga na disputa do Senado, como o avanço da cavalaria sobre os professores estaduais, em 30 de agosto de 1988. ''Não é se fazendo de vítima que ele vai resolver seus problemas político-partidários'', emendou Rossoni, chamando Alvaro Dias para a ''briga'' dentro da legenda. ''E de portas abertas, para todos participarem'', cutucou.
Antes do Natal
Na Assembleia Legislativa do Paraná, o relator do Orçamento para 2013, deputado Élio Rusch (DEM), disse que a expectativa é antecipar a votação da peça ainda em novembro. ''Ainda estamos catalogando as emendas parlamentares'', disse o político. Cada uma precisa ser avaliada na Comissão de Orçamento e admitida legalmente, para só depois ir à votação no plenário da AL. Por ora, sabe-se somente que passam de 1.000 as emendas já propostas pelos parlamentares.
Líder da oposição
O deputado estadual Tadeu Veneri, do PT, assumiu nessa semana a liderança da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná. O petista prometeu fiscalização do governo Beto Richa (PSDB) e ''mostrar os equívocos'' da administração estadual. ''Não vamos fazer denúncia irresponsável, nem votar contra só por votar'', garantiu Veneri. ''Só que a oposição não foi feita para se acertar com o governo. Não cabe a nós requisitar os bônus que a situação recebe'', resumiu Veneri, dando o tom. Nos bastidores, é descartada nova mudança nessa liderança até o final do governo Beto Richa (PSDB).
Troca-troca
No dia seguinte à instalação de cinco CPIs simultâneas, quase todas as lideranças partidárias protocolaram pedidos na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Paraná para trocar membros anteriormente indicados. Até o PDT, cujos deputados estaduais haviam recusado qualquer participação nas comissões parlamentares de Inquérito entrou na dança. Fernando Scanavacca, líder do bloco, destacou Nelson Luersen para a CPI da Telefonia.

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