Hoje é dia de eleição. O eleitor pode votar das 8 horas até as 17 horas.

Profis 1
  A partir de terça-feira, os contribuintes de Londrina com dívidas com o município (tributárias ou não) podem acertar as contas com os benefícios do Programa de Recuperação Fiscal (Profis) aprovado esta semana na Câmara de Vereadores. O prefeito Gerson Araújo (PSDB) deve sancionar o projeto na segunda-feira, após as eleições. A expectativa é arrecadar R$ 25 milhões com o programa.

Profis 2
  Quem pagar até o último dia de outubro, terá desconto de 100% das multas e juros ou poderá parcelar o débito em três vezes com 50% de abatimento das multas e juros. O contribuinte que esperar até o último dia de novembro, terá 80% de desconto em multas e juros ou poderá parcelar em duas vezes com 50% de desconto. O último prazo para renegociar os débitos é 20 de dezembro, quando o desconto nos juros e multas cai para 70% e não há possibilidade de parcelamento.
n Quem precisar de informações pode ligar para a Secretaria de Fazenda, cujo número é (43) 3372-4044, ou enviar um e-mail para [email protected].

Fim da fila
  De passagem por Londrina na sexta-feira, o governador Beto Richa (PSDB) foi questionado sobre a decisão de deixar a instalação da primeira Unidade Paraná Seguro (UPS) da cidade para o ano que vem. O tucano afirmou que a fila é grande e que o governo vai atender a demanda conforme as estatísticas. ‘‘Não conseguimos implantar em todos os lugares. Foram mapeados os lugares onde a criminalidade é mais intensa, o índice e a taxa de homicídio é maior. Em Londrina, ela vai chegar no início de 2013.’’

Campanha complicada
  O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na sexta-feira, em ato na praça da Sé, que a campanha de Fernando Haddad (PT) é a ‘‘mais complicada’’ que já fez em São Paulo. Ele demonstrou preocupação com o ‘‘embolamento’’ de três candidatos, Celso Russomanno (PRB), José Serra (PSDB) e Haddad, na disputa pelo segundo turno. ‘‘Nós estamos disputando uma eleição muito delicada. Acho que é a eleição mais complicada de São Paulo de todas de que eu participo, há tantas e tantas décadas’’, disse. ‘‘Há um embolamento.’’ O PT nunca ficou fora da fase final de uma eleição paulistana desde a primeira eleição municipal com dois turnos, em 1992.

Bolinha de papel
  No palanque, Lula voltou a ironizar o episódio em que Serra foi atingido por um objeto na campanha presidencial de 2010, durante caminhada na zona oeste do Rio. ‘‘Não aceitem provocação de ninguém. Nós sabemos que tem um candidato aí que até uma bolinha de papel que alguém jogou na cabeça dele e ele disse que foi uma agressão e culpou o PT há dois anos’’, disse aos militantes. ‘‘Então, por favor, nada de brincar de bolinha de papel. Nestas últimas 24 horas, nem bolinha de sabão vocês podem fazer.’’ Na ocasião, o candidato tucano disse ter sido atingido na cabeça por um objeto pesado, durante tumulto com simpatizantes do PT.

Eleitor ameaçado
  No Rio, moradores de favelas dominadas por milícias e por traficantes têm sido ameaçados de morte caso não votem em candidatos indicados por essas quadrilhas. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio recebeu denúncias de que o problema ocorre principalmente em áreas de Campo Grande, Santa Cruz, Realengo e Jacarepaguá (zona oeste), que têm cerca de 1,5 milhão de moradores. Segundo juízes eleitorais, o problema não se limita à cidade do Rio. Municípios da Baixada Fluminense e da região metropolitana também seriam afetadas.

‘Pedágio’
  A Polícia Federal apurou que, quando não tinham quem indicar na Baixada Fluminense, milicianos cobraram R$ 4 mil para candidatos a vereador e R$ 10 mil para candidatos a prefeito. ‘‘A intenção era que o Exército tivesse chegado mais cedo, mas acho que esta última semana pode ter inibido a ação’’, diz o procurador eleitoral Maurício Ribeiro. Na sexta-feira, policiais civis de Itaboraí descobriram que traficantes cobraram de oito candidatos a vereador e de um a prefeito ‘‘pedágio’’ de R$ 30 mil apenas para que eles fizessem campanha em favela. As investigações ainda estão no começo. Os candidatos, se eleitos, correm o risco de ter os mandatos cassados.

Equipe da Folha com Agências
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